Covid-19: Portugal registou em 24 horas mais 38 mortes e 7.107 infetados

Direção-Geral da Saúde revela no Boletim Epidemiológico de hoje o número mais recente de casos relativos à pandemia de covid-19 no nosso país.

Covid-19: Portugal registou em 24 horas mais 38 mortes e 7.107 infetados

Covid-19: Portugal registou em 24 horas mais 38 mortes e 7.107 infetados

Direção-Geral da Saúde revela no Boletim Epidemiológico de hoje o número mais recente de casos relativos à pandemia de covid-19 no nosso país.

O boletim epidemiológico da covid-19 apresentado nesta domingo, 27 de fevereiro, pela Direção-Geral da Saúde revela que nas últimas 24 horas houve mais 7.107 pessoas infetadas em Portugal (passando o número de infeções desde o início da pandemia para 3.258.409). O números de mortos ontem registado em face do vírus SARS-CoV-2 relatado pela DGS é de 38 (elevando o total de óbitos para 21.039).

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Pico da 5.ª vaga da pandemia ultrapassado

pico da quinta vaga da pandemia foi atingido no dia 28 de janeiro e Portugal já está numa fase decrescente da onda pandémica relacionada com a Ómicron, de acordo com perito da DGS. De acordo com o relatório do grupo de acompanhamento da pandemia, Portugal registava nesta semana uma “redução acentuada do perigo pandémico”, o que levava os especialistas a recomendarem que as medidas fossem reduzidas de forma quase total“.

Dois anos de pandemia

Decorridos dois anos desde que o novo coronavírus se alastrou por todo o mundo e deixou vários países em confinamento, estamos agora numa fase em que o número de casos é exponencial. Portugal tem batido sucessivamente recordes de infeções, mas o número de casos graves, internamentos e mortes não tem correspondência com o de infetados, sugerindo que a Ómicron – variante que atinge larga maioria da população infetada no País – e a vacinação em massa contribuíram de forma aparentemente decisiva para que o panorama atual seja bem menos preocupante do que aquele que o enfrentávamos há precisamente um ano, altura em que se se registavam mais de 300 mortes diárias. Independentemente de o avanço científico estar a contribuir para atenuar o risco de doença grave, Marta Temido, ministra da Saúde, não duvida de que dificilmente voltaremos à “normalidade tal e qual a vivíamos“.

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