Conselho moçambicano quer reforço de fiscalização rodoviária face ao “elevado índice” de sinistralidade

O Conselho de Defesa e Segurança de Moçambique pediu que se reforcem as medidas de fiscalização e responsabilização dos infratores, face ao “elevado índice de sinistralidade rodoviária” no país, indica um comunicado da Presidência moçambicana.

Conselho moçambicano quer reforço de fiscalização rodoviária face ao

Conselho moçambicano quer reforço de fiscalização rodoviária face ao “elevado índice” de sinistralidade

O Conselho de Defesa e Segurança de Moçambique pediu que se reforcem as medidas de fiscalização e responsabilização dos infratores, face ao “elevado índice de sinistralidade rodoviária” no país, indica um comunicado da Presidência moçambicana.

“O órgão instou às instituições competentes a reforçarem as medidas de fiscalização, bem como a responsabilização dos prevaricadores do Código da Estrada e outros instrumentos legais”, refere o comunicado da Presidência, após uma reunião do órgão na quarta-feira  em Maputo.

O Conselho Nacional de Defesa e Segurança manifestou preocupação sobre o elevado índice de acidentes de viação que ocorrem no país, considerando que as situações têm “semeado luto nas famílias moçambicanas e provocado danos materiais avultados”.

Os índices de sinistralidade rodoviária em Moçambique são classificados como dramáticos por várias organizações.

As autoridades moçambicanas anunciaram na sexta-feira que vão passar a deter imediatamente condutores infratores que se envolvam em acidentes que provoquem mortos, no âmbito das medidas adotadas para travar os altos índices de sinistralidade no país.

Segundo o Governo moçambicano, as medidas anunciadas contemplam também a revisão dos limites de velocidade e sinalização nas estradas, principalmente em pontos identificados como críticos.

As autoridades moçambicanas têm apontado o excesso de velocidade e condução sob efeito de álcool como as principais causas dos sinistros.

Em média, pelo menos mil pessoas morrem anualmente nas estradas, segundo dados avançados à Lusa pela Associação Moçambicana Para as Vítimas de Insegurança Rodoviária (Amviro).

LYN (EYAC)// PJA

By Impala News / Lusa

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