CDS-PP pede “justiça atuante e mão pesada” para “criminosos” do fogo posto

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, pediu hoje “justiça atuante e mão pesada” para com os “criminosos que colocam fogo” e “colocam o país em risco” e exigiu que o Governo dê aos bombeiros mais meios.

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CDS-PP pede “justiça atuante e mão pesada” para “criminosos” do fogo posto

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, pediu hoje “justiça atuante e mão pesada” para com os “criminosos que colocam fogo” e “colocam o país em risco” e exigiu que o Governo dê aos bombeiros mais meios.

“A nossa justiça tem de uma vez por todas ter mão pesada para que todos os criminosos que impunemente têm colocado fogo posto e colocado em risco as nossas populações. Precisamos de uma justiça atuante e mão pesada para os criminosos que colocam fogo”, disse o líder do CDS-PP, no Porto, após uma visita ao Hospital de São João.

Francisco Rodrigues dos Santos acredita que a “mão pesada” pode ser “dissuasora de situações futuras”, lamentando que atualmente a justiça “não tenha sido lesta e implacável como seria desejável”.

“Parece que Portugal é uma república das bananas quando há mortalidade dos nossos bombeiros, populações e, risco, património dilacerado. Temos de ser muito claros: tolerância zero para quem coloca o país em risco através do fogo”, disse Francisco Rodrigues dos Santos quando convidado a comentar os incidentes dos últimos dias com incêndios em Portugal.

O presidente do CDS-PP começou por “prestar homenagem” a todos os bombeiros que morreram no combate às chamas para “proteger as nossas populações neste período crítico”, contou que em junho e este mês esteve reunido com quartéis de bombeiros e exigiu mais meios.

“[nessas reuniões] observamos algumas preocupações. E o Observatório Técnico Independente e a União Europeia já disseram que o risco de incêndio este verão era muito mais elevado do que nos anos anteriores. Isto quando Portugal não colocou à disposição da Proteção Civil os meios humanos, aéreos e operacionais para fazer face a este risco de incêndio”, resumiu.

Francisco Rodrigues dos Santos defendeu ainda uma “atuação preventiva” para, acrescentou, “impedir grandes tragédias como as de há anos” e apelou a “condutas humanas responsáveis”.

 

 

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