Caso real: «A minha obstetra mentiu no hospital para o meu bebé nascer de cesariana»

«A minha médica é sem dúvida o meu anjo da guarda»

Caso real: «A minha obstetra mentiu no hospital para o meu bebé nascer de cesariana»

Caso real: «A minha obstetra mentiu no hospital para o meu bebé nascer de cesariana»

«A minha médica é sem dúvida o meu anjo da guarda»

Nunca me vou esquecer do que a minha médica fez por mim no final da gravidez. Ela é, sem dúvida, o meu anjo da guarda.

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Sempre fui hipocondríaca. E quando engravidei a situação não melhorou. Mas vivi uma gravidez tranquila. Aos sete meses fui para casa, porque já andava muito cansada devido ao peso da barriga. O meu filho nasceu com quase quatro quilos, por isso inchei muito nas últimas semanas.

Fiz o último CTG antes de ser mãe no dia em que completei 39 semanas. Já não aguentava mais. Fui sempre acompanhada numa clínica privada, mas a minha médica também trabalha num hospital público. A partir das 35 semanas, uma vez por semana lá ia eu no dia em que ela lá estava para fazer o CTG.

Nesse dia não havia sinais de parto. E apesar de na véspera ter feito tudo e mais alguma coisa para ver se as águas rebentavam, o meu bebé queria continuar no quentinho da barriga. Mas eu não aguentava mais. Mal dormia, mal comia, mal andava devido ao inchaço das pernas e pés. Aliás, toda eu estava inchada, até o meu nariz! Estava deformada!

«Não aguentava mais aquele sofrimento físico»

Nesse dia implorei-lhe para ser mãe. Não aguentava mais aquele sofrimento físico e o bebé já só estava na barriga a engordar. Implorei-lhe para ser mãe naquele dia porque queria que fosse ela a acompanhar-me o parto. Desde os cinco meses que sabia que teria de ser cesariana, porque o bebé era grande demais. Por isso implorei-lhe. Tudo, porque se não fosse com ela, iria sofrer horrores com outros profissionais de saúde que me deixariam sofrer até ao último minuto… até perceberem que tinha mesmo de ser cesariana. Infelizmente é o que acontece em Portugal a milhares de mulheres todos os anos.

Nesse dia, ela mentiu para me ajudar. Como a indução do parto não resolveu nada, avançámos para a cesariana. No relatório falou sobre o inchaço, que era verdade, mas acrescentou a hipertensão, a falta de ar e a dificuldade que o bebé tinha em se mexer, que também era a mais pura das verdades. Assim conseguimos avançar para a cesariana num hospital público e, provavelmente, evitar tragédias como tem acontecido. Continue a ler aqui.

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