Caso real | «Já incentivei o meu filho a bater em colegas»

Caso real. «O bullying é um dos assuntos do momento e para todos os que têm crianças pequenas é, sem dúvida, um medo gigante que bata à porta das nossas famílias.»

Caso real | «Já incentivei o meu filho a bater em colegas»

Caso real | «Já incentivei o meu filho a bater em colegas»

Caso real. «O bullying é um dos assuntos do momento e para todos os que têm crianças pequenas é, sem dúvida, um medo gigante que bata à porta das nossas famílias.»

Um caso real. «Eu sei que é um tema polémico, mas decidi escrever sobre ele à mesma. O bullying é um dos assuntos do momento e para todos os que têm crianças pequenas é, sem dúvida, um medo gigante que bata à porta das nossas famílias.

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Em certa parte, acho que hoje em dia é um exagero tudo o que anda à volta deste tema. No meu tempo também existia, claro. Mas nunca fomos expostos da maneira que hoje em dia os miúdos são. Ninguém lhes pode gritar que já é bullying.

Se gosto que gritem com o meu filho? Não! Óbvio que não! Mas… e se for necessário? Ele não é nenhum santo! Não faço dele um santinho que não “parte um prato”, porque não é.

Há uns tempos chegou a casa a dizer que havia dois ou três colegas que lhe deram uns “calduços” e que o chamavam de “merdas”. Tentei perceber o que se passava. Crianças de nove anos a dizerem isto umas às outras, não é deveras normal. Tudo teve a ver com um jogo que não lhes foi emprestado.

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«Se eles te empurrarem, empurras também»

Ao que parece, foram dias a fio que o L. não emprestou o que eles pediam e então decidiram dar-lhe algumas chamadas de atenção, batendo-lhe na cabeça e empurrando-o.

A minha resposta a isto? «Faz igual! Mostra que não tens medo. Levanta a cabeça e pergunta qual é o problema deles. Se eles te empurrarem, empurras também. Se eles te baterem, levantas a mão para lhes fazeres o mesmo.»

Ele não percebeu por que é que o pai estava a dizer estas coisas, mas quando foi para a escola e algo do género voltou a acontecer, reagiu da maneira que lhe disse e as coisas mudaram. Óbvio que lhe expliquei que a violência não leva a lado nenhum e todos esses “bla bla bla” que temos de ter com os nossos filhos.

Não sou a favor da violência, mas também não sou a favor dos queixinhas. Sou a favor de se resolverem as coisas de igual para igual. Se as coisas piorarem, aí sim passamos ao passo seguinte. No meu tempo resolvia-se assim e não é que com o meu filho também resultou?

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