Bebé nasce deformado depois de mais de um mês em trabalho de parto

Uma jovem mãe esteve em trabalho de parto mais de um mês, tendo tido as primeiras contracções começado às 32 semanas. O filho nasceu deformado.

Bebé nasce deformado depois de mais de um mês em trabalho de parto

Uma jovem mãe esteve em trabalho de parto mais de um mês, tendo tido as primeiras contracções começado às 32 semanas. O filho nasceu deformado.

JJ Rushton, de 27 anos, vive em Manchester, no Reino Unido, e esteve mais de um mês em trabalho de parto. O bebé acabou por nascer deformado e desenvolveu «plagiocefalia grave com braquicefalia e requer um capacete». As contracções começaram às 32 semanas e rapidamente os médicos perceberam que o bebé não tinha espaço suficiente para nascer. Devido à idade gestacional da criança, a mãe temeu que este nascesse prematuro. Mas, com a ajuda do Stepping Hill Hospital, conseguiu adiar mais um mês, entre contrações e alguns medicamentos para atrasar o nascimento.

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Mãe já tinha uma filha de 2 anos quando Bobby nasceu deformado

JJ era já mãe de uma menina de dois anos e a primeira gravidez correu com normalidade. «De um dia para o outro, comecei a ter contrações Tive dores horríveis. E senti que o bebé estava a descer muito.» A 31 de março, nasceu o pequeno Bobby. O bebé nasceu deformado e acabou por ter de ficar nos cuidados intensivos neo-natais, onde permaneceu 21 dias numa incubadora. Para além dos problemas na formação do crânio, o bebé também nasceu com icterícia. Foi esta, aliás, a principal razão por que teve de ficar na incubadora.

A carta de JJ a contar toda a história de Bobby

Bobby tem de usar capacete 24 horas por dia. E devido aos custos de tratamento, os pais decidiram criar uma página no gofundme.com, plataforma de angariação de fundos. Na página, pode ler-se uma carta escrita pela mãe, com toda a história. «Ele está a chegar aos oito meses e, à medida que cresce, percebemos que as condições apertadas [do parto] também afetaram o crânio. Ele tem plagiocefalia grave com braquicefalia e requer um capacete. Estes problemas são bastante comuns. Afetam cerca de um em cada cinco bebés. Os capacetes não estão disponíveis no Serviço Nacional de Saúde porque são caros e os estudos não mostraram alta taxa de sucesso. Sendo o único tratamento disponível, estou a angariar fundos para pagar o tratamento. O dispositivo aplicará pressão para ajustar partes do crânio e aliviar a pressão, permitindo o crescimento nas áreas mais planas.»

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