Autoridades portuguesas e espanholas procuram homem desaparecido no Guadiana

O homem, de nacionalidade holandesa, vivia sozinho num veleiro fundeado no Guadiana e poderá ter caído ao rio quando regressava à embarcação.

Autoridades portuguesas e espanholas procuram homem desaparecido no Guadiana

Autoridades portuguesas e espanholas procuram homem desaparecido no Guadiana

O homem, de nacionalidade holandesa, vivia sozinho num veleiro fundeado no Guadiana e poderá ter caído ao rio quando regressava à embarcação.

O homem, de nacionalidade holandesa, vivia sozinho num veleiro fundeado no Guadiana e poderá ter caído ao rio quando regressava à embarcação, disseram as autoridades. As autoridades marítimas de Portugal e Espanha estão a fazer buscas para tentar encontrar um homem de 72 anos que se suspeita ter caído ao rio Guadiana, na zona de Alcoutim, disse à Lusa fonte oficial.

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O homem, de nacionalidade holandesa – e que já não é visto desde o início da madrugada de quinta-feira -, vivia sozinho num veleiro fundeado no Guadiana e poderá ter caído ao rio quando regressava à embarcação, disse à Lusa o comandante da capitania dos portos de Vila Real de Santo António e Tavira. “Na quinta-feira à tarde, quando tomámos conhecimento da situação, foi ativada uma equipa da Polícia Marítima que foi ao local e viu junto ao veleiro do senhor um pequeno bote, virado ao contrário, e um saco de compras em cima da borda do veleiro, o que indicia que poderá ter caído à água”, adiantou Rui Andrade.

Embarcação de salvamento

A capitania foi alertada para o desaparecimento às 16:30 de quinta-feira, pelo comando da GNR de Alcoutim, que por sua vez recebeu a informação através de pessoas que conheciam o desaparecido e que já não o viam desde a noite anterior, não havendo testemunhas da queda ao rio.

As buscas, que tiveram início há cerca de 24 horas, foram hoje reforçadas com mais meios da Polícia Marítima, operação em que está também envolvida a capitania marítima de Huelva, em Espanha, com uma embarcação de salvamento.

Segundo Rui Andrade, por o rio estar sujeito a correntes de maré, um corpo ou objeto que se encontre dentro de água, se não ficar preso, tem um “movimento livre, não sendo possível prever onde poderá estar”.

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