Vacina que abrange serotipo ‘w’ da meningite só é recomendada a viajantes

Vacina que protege contra o serotipo ‘w’ da meningite, esgotada nas farmácias, é recomendada pelas autoridades de saúde a quem viaja para a Arábia Saudita e algumas zonas de África.

Vacina que abrange serotipo 'w' da meningite só é recomendada a viajantes

Vacina que abrange serotipo ‘w’ da meningite só é recomendada a viajantes

Vacina que protege contra o serotipo ‘w’ da meningite, esgotada nas farmácias, é recomendada pelas autoridades de saúde a quem viaja para a Arábia Saudita e algumas zonas de África.

A vacina que protege contra o serotipo ‘w’ da meningite, esgotada nas farmácias, apenas é recomendada pelas autoridades de saúde a quem viaja para a Arábia Saudita e algumas zonas de África, esclareceu hoje a diretora-geral da Saúde. Em declarações aos jornalistas, Graça Freitas deixou uma mensagem de “tranquilidade para os portugueses”, sublinhando que a situação dos casos de meningite está sempre a ser acompanhada e que não há qualquer rotura no fornecimento da vacina que protege do serotipo ‘w’ da meningite, que não faz parte do Programa Nacional de Vacinação (PNV), mas apenas uma interrupção de fornecimento, que será reposto em breve.

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Vacina chega da Holanda na segunda-feira

Questionada pela Lusa, Graça Freitas explicou que a agressividade do serotipo ‘w’ é idêntica ao do serotipo ‘c’, para o qual existe uma vacina no PNV. O Infarmed prevê que na segunda-feira, 4 de novembro, chegue da Holanda a vacina que abrange uma estirpe de meningite cuja circulação tem aumentado, que não está incluída no Programa Nacional de Vacinação (PNV) e esgotou nas farmácias.

De acordo com o Jornal de Notícias (JN), o aumento dos casos de meningite w fez com que os pediatras começassem a aconselhar aos pais a vacinarem os filhos com a vacina conjugada ACWY, que não está incluída no PNV e custa 50 euros. O JN escreve ainda que com o aumento da procura a vacina esgotou e, questionada pelo jornal, a Direção-Geral da Saúde informou que este ano se registaram oito casos do serogrupo W, contra os cinco casos do ano passado e um único em 2016. Acrescentou que a maioria dos casos registados ocorreu em adultos.

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