Urgência Pediátrica do hospital de Évora fecha esta noite e reabre às 09:00 de 5.ª feira

O Serviço de Urgência Pediátrica do hospital de Évora encerra às 21:00 de hoje e reabre às 09:00 de quinta-feira, por só ter em escala um dos três profissionais necessários para a equipa, anunciou a unidade.

Urgência Pediátrica do hospital de Évora fecha esta noite e reabre às 09:00 de 5.ª feira

Urgência Pediátrica do hospital de Évora fecha esta noite e reabre às 09:00 de 5.ª feira

O Serviço de Urgência Pediátrica do hospital de Évora encerra às 21:00 de hoje e reabre às 09:00 de quinta-feira, por só ter em escala um dos três profissionais necessários para a equipa, anunciou a unidade.

“O motivo deste encerramento deve-se ao facto de só termos em escala um elemento dos três que deveriam constituir a equipa”, justificou o Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE), num comunicado enviado à agência Lusa pelo gabinete de comunicação.

Na nota de imprensa, o HESE informou que, tendo em conta o funcionamento em rede do Serviço Nacional de Saúde (SNS), “todos os utentes que necessitem de cuidados médicos pediátricos urgentes” devem contactar a Linha Saúde 24 ou o número 112.

Desta forma, será possível proceder “ao encaminhamento dos doentes da área de influência do hospital de Évora para outras unidades hospitalares”, acrescentou.

“Apelamos à colaboração e compreensão de todos os utentes até à regularização da situação, que ocorrerá amanhã [quinta-feira], às 09:00”, referiu também o HESE.

Em 17 de dezembro, o mesmo serviço do HESE esteve encerrado entre as 21:00 desse dia, um sábado, e as 09:00 do dia seguinte.

O fecho, na altura, deveu-se “à falta de pediatra para assegurar o referido turno”, explicou a unidade hospitalar, precisando que o profissional escalado tinha adoecido “subitamente” e não tinha sido “possível a sua substituição”.

Também no hospital de Évora, a Urgência Polivalente funcionou, entre as 20:00 de 23 de dezembro e as 08:00 do dia seguinte, com “equipa reduzida”, indicou na altura o HESE, adiantando que tal se deveu “à impossibilidade súbita de alguns profissionais, cuja substituição não [foi] possível garantir no imediato”.

RRL // VAM

By Impala News / Lusa

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