Urgência de Obstetrícia de Portalegre reabre sem grávidas transferidas para Évora

O serviço de urgência de Obstetrícia do hospital de Portalegre reabriu hoje de manhã e, durante as 51 horas em que esteve encerrado, não precisou de transferir grávidas para o hospital de Évora, revelou fonte hospitalar.

Urgência de Obstetrícia de Portalegre reabre sem grávidas transferidas para Évora

Urgência de Obstetrícia de Portalegre reabre sem grávidas transferidas para Évora

O serviço de urgência de Obstetrícia do hospital de Portalegre reabriu hoje de manhã e, durante as 51 horas em que esteve encerrado, não precisou de transferir grávidas para o hospital de Évora, revelou fonte hospitalar.

As urgências de Obstetrícia do Hospital Dr. José Maria Grande, integrado na Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) estiveram encerradas desde as 05:00 de quarta-feira até às 08:00 de hoje, período em que só dispôs de um obstetra naquele serviço.

O porta-voz da ULSNA, Ilídio Pinto Cardoso, indicou hoje à agência Lusa que, durante estas 51 horas, não foi necessário proceder à transferência de qualquer grávida para Évora.

Neste período, foram atendidas sete grávidas no serviço de obstetrícia do hospital de Portalegre, que esteve a funcionar, apesar do fecho das urgências, segundo a mesma fonte.

“As grávidas vieram e entraram pela Urgência geral e foram diretas para o serviço de Obstetrícia, onde foram vistas pela médica obstetra”, tendo realizado exames, sem se registarem problemas, disse.

O hospital de Portalegre conta habitualmente com um total de três obstetras e efetua, em média, cerca de 600 partos por ano.

Na terça-feira, após ter sido dado a conhecer que o serviço de Urgência iria estar encerrado, Ilídio Pinto Cardoso explicou que as grávidas que se dirigissem aos hospitais de Portalegre e Elvas e ao Serviço de Urgência Básico (SUB) de Ponte de Sor seriam encaminhadas para o Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) ou para a unidade hospitalar mais próxima.

Nos últimos dias sucederam-se encerramentos das urgências de ginecologia e obstetrícia um pouco por todo o país, por dificuldades em assegurar escalas.

Na segunda-feira, a ministra da Saúde, Marta Temido, anunciou um “plano de contingência” até setembro para fazer face ao problema que se vive no setor.

HYT (MAD) // RRL

By Impala News / Lusa

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