Teatro português “recém-nascido” ocupa este mês Teatro Nacional D. Maria II

A peça “E todas as crianças são loucas”, primeira obra do novo coletivo As Crianças Loucas, abre no dia 11 o ciclo “Recém-Nascidos”, que o Teatro Nacional D. Maria II acolhe pela quarta vez, em Lisboa.

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Teatro português “recém-nascido” ocupa este mês Teatro Nacional D. Maria II

A peça “E todas as crianças são loucas”, primeira obra do novo coletivo As Crianças Loucas, abre no dia 11 o ciclo “Recém-Nascidos”, que o Teatro Nacional D. Maria II acolhe pela quarta vez, em Lisboa.

Destinado a dar visibilidade a “projetos das mais recentes companhias e criadores em Portugal”, o ciclo decorrerá de 11 a 27 de janeiro na sala estúdio, apresentando três peças de jovens autores, atores e encenadores portugueses.

O quarto ciclo começa com “E todas as crianças são loucas”, criação coletiva de uma jovem companhia de teatro, nascida em 2017 em Lisboa. A peça foi estreada no final desse ano no espaço Escola de Mulheres e é agora apresentada no teatro nacional entre os dias 11 e 13.

Com texto de João Cachola e interpretação de Bruno Ambrósio, João Cachola, Rodrigo Tomás, Sílvio Vieira e Vicente Wallenstein, a peça inspira-se no livro “Coração das Trevas”, de Joseph Conrad, e no filme “Apocalypse Now”, de Francis Ford Coppola.

O ciclo prossegue, no dia 18, com a reposição de uma outra primeira obra: “Uma Frida”, do Colectivo Retorno, fundado em 2017 e estreada nesse ano no Espaço Mais Alguns, em Lisboa.

“Uma Frida”, que se apresenta como uma “galeria de memórias” sobre histórias de amor, tem texto de Sofia Santos Silva, que também interpretada ao lado de Hugo Olim e Mariana Magalhães.

A programação “Recém-Nascidos” termina com “Teoria das três idades”, monólogo escrito e interpretado por Sara Barros Leitão entre os dias 25 e 27.

Estreada em junho passado no Teatro Rivoli, no Porto, “Teoria das três idades” espelha um trabalho de pesquisa da autora no espólio do Teatro Experimental do Porto, com o qual trabalhar regularmente.

A peça é descrita como uma colagem de histórias, memórias, informações, fotografias e gravações encontradas no “espólio imenso” daquele teatro.

SS // TDI

By Impala News / Lusa

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