Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra com três criações que cruzam diferentes artes

O Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, acolhe no mês de dezembro a apresentação de criações de três artistas e investigadoras que atravessam as fronteiras entre as artes, no ciclo Transmedia, foi hoje anunciado.

Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra com três criações que cruzam diferentes artes

Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra com três criações que cruzam diferentes artes

O Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, acolhe no mês de dezembro a apresentação de criações de três artistas e investigadoras que atravessam as fronteiras entre as artes, no ciclo Transmedia, foi hoje anunciado.

O ciclo, que começa a 02 e termina a 15 de dezembro, vai contar com a apresentação de projetos de Dária Salgado, Susana Chiocca e Cristiana Nogueira, três “jovens investigadoras e criadoras que estão a pensar a criação contemporânea e a trabalhar num espaço entre as artes”, afirmou à agência Lusa o diretor do TAGV, Fernando Matos de Oliveira.

Duas das artistas – Dária Salgado e Cristiana Nogueira – são doutorandas no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.

O ciclo procura dar palco a criações que trabalham num diálogo entre as diferentes linguagens artísticas.

“Expurgar: Derivações Sónicas e Espaciais”, de Dária Salgado, estreia-se a 02 de dezembro, sendo um projeto “constituído por um universo sonoro criado em tempo real, explorando formas de composição através de imagens e técnicas de improvisação eletrónica”.

Segue-se, no dia 05, a apresentação de “Bitcho”, de Susana Chiocca, que trabalha a palavra, a partir de textos de Alberto Caeiro, Hugo Ball, Regina Guimarães e Tobias Hering, entre outros.

O ciclo encerra com “Crueza ou Inventário de um Erotismo Coletivo”, de Cristiana Nogueira, a 15 de dezembro, uma criação que pretende questionar “as formas da violência contida nos corpos”.

Segundo Fernando Matos de Oliveira, Dária Salgado apresenta “um predomínio da imagem em movimento”, Cristiana Nogueira situa-se mais no trabalho “do corpo do ‘performer'”, e Susana Chiocca explora o contexto “intermédia, tendo construído uma equipa interdisciplinar que trabalha com uma multiplicidade de dispositivos criativos”, do som à imagem, passando pela ‘performance’.

“Este é um trabalho que permite pensar a criação e envolver nos projetos apresentados não apenas o público em geral, mas também a comunidade académica interessada nas artes”, frisou o diretor do TAGV.

JGA // MAG

By Impala News / Lusa

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