Sismos de magnitude 2,0 sentido na ilha de São Jorge

Um sismo de 2,0 na escala de Richter foi hoje sentido na ilha de São Jorge, Açores, elevando para 324 os abalos percecionados pela população desde o início da crise sismovulcânica, em março, foi hoje revelado.

Sismos de magnitude 2,0 sentido na ilha de São Jorge

Sismos de magnitude 2,0 sentido na ilha de São Jorge

Um sismo de 2,0 na escala de Richter foi hoje sentido na ilha de São Jorge, Açores, elevando para 324 os abalos percecionados pela população desde o início da crise sismovulcânica, em março, foi hoje revelado.

No portal oficial, o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) refere que o abalo registado às 13:06 locais (14:06 em Lisboa) foi sentido com intensidade máxima III (Escala de Mercalli Modificada) na freguesia de Santo Amaro (concelho de Velas, ilha de São Jorge).

Num ponto de situação feito às 10:00 locais, o CIVISA indicava que, desde 19 de março, foram registados, naquela ilha açoriana, “aproximadamente 51.661 eventos de baixa magnitude e de origem tectónica”.

“Globalmente, a atividade sísmica das últimas semanas apresenta uma ligeira tendência decrescente, por vezes interrompida por pequenos períodos de maior frequência e/ou energia libertada, situando-se presentemente os hipocentros, no geral, a profundidades superiores a cinco quilómetros”, descreve o CIVISA.

Nos abalos sentidos com intensidade III na Escala de Mercali Modificado (intensidade Fraca), o abalo é “sentido dentro de casa” e “os objetos pendentes baloiçam”, sentindo-se uma “vibração semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados”, descreve-se no site do Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA).

A 08 de junho, o CIVISA baixou o nível de alerta na ilha de São Jorge de V4 (ameaça de erupção) para V3 (sistema ativo sem iminência de erupção).

A ilha estava desde 23 de março, às 15:30 (mais uma hora em Lisboa), com o nível de alerta vulcânico V4 de um total de sete, em que V0 significa “estado de repouso” e V6 “erupção em curso”, na sequência da crise sismovulcânica registada desde 19 de março.

Não obstante a descida do alerta, o CIVISA alertou que “não se pode excluir a eventual ocorrência de sismos de magnitude mais elevada”.

O sismo de maior magnitude (3,8 na escala de Richter) desta crise ocorreu no dia 29 de março, às 21:56.

ACG // SF

By Impala News / Lusa

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