Menino de 8 anos decapitado ainda vivo pela mãe e pela companheira

Rhuan Maycon, menino de apenas anos, foi assassinado, esquartejado e decapitado ainda com vida pela mãe e pela madrasta, segundo relatório do Instituo de Medicina Legal.

Menino de 8 anos decapitado ainda vivo pela mãe e pela companheira

Menino de 8 anos decapitado ainda vivo pela mãe e pela companheira

Rhuan Maycon, menino de apenas anos, foi assassinado, esquartejado e decapitado ainda com vida pela mãe e pela madrasta, segundo relatório do Instituo de Medicina Legal.

A Polícia Civil anunciou o resultado final da investigação ao caso de Rhuan Maycon. A criança de oito anos foi morta, esquartejada e decapitada – ainda com vida, de acordo com o relatório agora divulgado pelo Instituto de Medicina Legal (IML) – pela mãe e pela madrasta, no dia 31 de maio, em Samambaia, Brasil. As mulheres foram indiciadas por cinco crimes e podem ser condenadas até 57 anos de prisão. A principal acusação é a de homicídio qualificado, com agravantes de motivação fútil e da impossibilidade de defesa da vítima.

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Quando Rhuan adormeceu, a mãe desferiu-lhe um golpe de faca nas costas

O relatório final do processo aponta para que o crime tenha sido realizado integralmente no interior da residência, à noite. Quando Rhuan adormeceu, a mãe desferiu-lhe um golpe de faca nas costas. O menino «rebolou na cama e caiu no chão». De «frente para ele, a mãe desferiu-lhe outras 11 facadas no tórax». Daí, «partiu para a decapitação do corpo».

Restos mortais da criança foram separados e a mãe tentou introduzi-los numa sarjeta

Com o filho esquartejado, a mãe e a companheira tentaram arrancar a pele do rosto da criança para cozinhar numa panela. A cabeça foi posta num balde e o resto do corpo na churrasqueira. O objetivo era descolar a pele dos ossos pelo calor. A faca, o carvão e um martelo – cujo objetivo era o de triturar os ossos de Rhuan – foram comprados na véspera do crime. Os restos mortais da criança foram colocadas em duas mochilas escolares e num saco de viagem, que mãe tentou introduzir numa sarjeta. As mulheres tentaram limpar a cena do crime. Com água sanitária, lavaram o sangue e eliminaram resíduos que pudessem incriminá-las, de acordo com a imprensa local.

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