PSP da Amadora tem recebido chamadas ameaçadoras após caso de agressão

A alegada vítima foi constituída arguida esta terça-feira. Segundo a PSP, a mulher ficou sujeita à medida de coação de termo de identidade e residência.

PSP da Amadora tem recebido chamadas ameaçadoras após caso de agressão

PSP da Amadora tem recebido chamadas ameaçadoras após caso de agressão

A alegada vítima foi constituída arguida esta terça-feira. Segundo a PSP, a mulher ficou sujeita à medida de coação de termo de identidade e residência.

A PSP da Amadora tem recebido várias chamadas ameaçadoras depois de Cláudia Simões ter acusado um agente de a agredir este domingo e ter partilhado fotografias das agressões nas redes sociais, avançou a TVI. Como consequência, a PSP pediu aos agentes para se protegerem.

Segundo o relato de Cláudia Simões, depois de um desentendimento num autocarro por esta se ter recusado a pagar o bilhete da filha uma vez que alegou que a menina se tinha esquecido dele em casa e que no final da viagem o passe seria entregue ao motorista, esta foi agredida por um agente da PSP, que a arrastou até à esquadra.

A mulher diz que foi agredida quando estava no carro da polícia a caminho da esquadra. “Quando me meteram no carro eu não queria aquele polícia comigo e eles garantiram-me que ele ia noutro carro mas mentiram-me. Ele entrou para o meu lado enquanto outros dois agentes iam à frente. Durante o caminho todo fui esmurrada enquanto estava algemada. Ele gritava ‘filha da pu**’, ‘preta do car****’ e ‘co** da tua mãe’ enquanto me dava socos. Eu estava cheia de sangue e gritava muito. Então, subiram o volume da música para não me ouvirem na rua”, conta em entrevista ao jornal Contacto.

A alegada vítima foi constituída arguida esta terça-feira. Segundo a PSP, a mulher ficou sujeita à medida de coação de termo de identidade e residência.

Em comunicado, a PSP diz que Cláudia Simões “mostrou-se agressiva perante a iniciativa do polícia em tentar dialogar, tendo por diversas vezes empurrado o polícia com violência, motivo pelo qual lhe foi dada voz de detenção”. Acrescenta que a mulher, “para se tentar libertar, mordeu repetidamente o polícia, ficando este com a mão e o braço direitos com marcas das mordidelas que sofreu e das quais recebeu tratamento hospitalar”.

Cláudia poderá ter passado de violência

Agora, segundo avança o Correio da Manhã, em julho de 2017, o marido e pai dos dois filhos de Cláudia – um rapaz de 17 anos e uma menina de 8 – foi à PSP queixar-se de que a mulher disse que lhe “espetava uma faca” em frente aos filhos e suportava “há anos” insultos e ameaças. Já em 2016, a mulher foi abordada por um vigilante por suspeita de furto numa loja e espancou-o, avança o mesmo jornal.

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