PR lamenta que campanha eleitoral tenha sido tão longa

O Presidente da República disse hoje que os portugueses tiveram um ano de pré-campanha para as eleições legislativas de outubro, defendendo que deveria ter sido “menos longa”.

PR lamenta que campanha eleitoral tenha sido tão longa

PR lamenta que campanha eleitoral tenha sido tão longa

O Presidente da República disse hoje que os portugueses tiveram um ano de pré-campanha para as eleições legislativas de outubro, defendendo que deveria ter sido “menos longa”.

“Os portugueses tiveram um ano de pré-campanha”, afirmou aos jornalistas o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em declarações durante a Festa do Livro de Belém, que termina hoje nos jardins do Palácio de Belém.

“Estamos agora a entrar numa longuíssima campanha eleitoral, que eu teria gostado que fosse menos longa e que não demorasse um ano”, lamentou.

Questionado sobre a estabilidade política pedida pelo PS, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu que “os portugueses o que decidirem é bem decidido e é com base nisso que o Presidente da República vai trabalhar” para dar posse ao futuro Governo.

Para o Presidente da República, esta quarta edição da Festa do Livro em Belém “superou as expectativas”, com os números, ainda preliminares, a apontarem para “mais de 22 mil visitantes”, atraindo também emigrantes e estrangeiros.

A pensar já na quinta e última edição, Marcelo Rebelo de Sousa disse que um dos objetivos do evento é promover a leitura e a venda de livros e “os números de [sábado] apontavam para uma subida de venda de livros de 10% a caminho dos 15%”.

Sobre a nomeação pelo Papa Francisco do arcebispo Tolentino de Mendonça, o Presidente da República disse que “é um grande prestígio para Portugal e o reconhecimento de uma carreira ímpar como professor, filósofo, teólogo, poeta e responsável universitário”.

“Portugal está com um número de cardeais que ultrapassa a realidade de há muito tempo até esta parte”, acrescentou.

Marcelo Rebelo de Sousa adiantou ainda que está a acompanhar os problemas no Instituto Português do Sangue, depois de o jornal Público ter noticiado que a instituição enfrentou constrangimentos ao seu funcionamento em 2018 devido às dívidas das entidades públicas, nomeadamente dos hospitais.

Após contactos com a ministra da Saúde, o Presidente da República confirmou que existe um problema relativo a “dívidas a regularizar” desde 2018 e que a intenção da tutela “é acelerar o que está em dívida do passado”.

FCC // TDI

By Impala News / Lusa

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