PM de Cabo Verde diz que país “ganha notoriedade” com participação na Web Summit

Ulisses Correia e Silva considerou que Cabo Verde “ganha notoriedade, representação” e interesse com a sua participação na conferência de tecnologia Web Summit, em Lisboa.

PM de Cabo Verde diz que país

PM de Cabo Verde diz que país “ganha notoriedade” com participação na Web Summit

Ulisses Correia e Silva considerou que Cabo Verde “ganha notoriedade, representação” e interesse com a sua participação na conferência de tecnologia Web Summit, em Lisboa.

Lisboa, 07 nov 2019 (Lusa) – O primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, considerou hoje que Cabo Verde “ganha notoriedade, representação” e interesse com a sua participação na conferência de tecnologia Web Summit, em Lisboa.

Ulisses Correia e Silva fez um balanço positivo à comunicação social junto ao expositor de Cabo Verde, o único país africano que se apresentou ao longo dos três dias da conferência que termina hoje.

“Nós estamos no maior evento tecnológico do mundo, e é bom que Cabo Verde esteja representado através dos seus talentos”, acrescentou o chefe do Governo do arquipélago lusófono, sobre uma iniciativa que custou “mais de 100 mil euros” aos cofres do país.

Ainda assim, Ulisses Correia e Silva diz não ter dúvidas que “o retorno será bom para o país, enquanto país, e também para os nossos jovens”.

Ulisses Correia e Silva destacou que a participação “faz parte de um investimento ainda maior”, acrescentando que Cabo Verde precisa “destes palcos” e que complementa iniciativas como a construção de dois parques tecnológicos – na Praia e em São Vicente – e de infraestruturas de telecomunicações.

Na visita ao expositor, o governante de Cabo Verde encontrou-se com os representantes de dez ‘start-ups’ cabo-verdianas que estiveram no evento após vencerem um concurso a nível nacional.

O balanço positivo da participação cabo-verdiana na Web Summit foi corroborado pelo diretor-geral das Telecomunicações e Economia Digital, Aruna Handem.

Em declarações à Lusa, o responsável considerou que as expectativas “foram superadas”.

Aruna Handem afirmou que a participação na Web Summit permite “viver e aprender o que está a ser feito” noutros países.

O diretor-geral da instituição integrada no Ministério das Finanças de Cabo Verde considera que a aposta na tecnologia pretende fazer desta uma bandeira, à semelhança do turismo.

A Web Summit termina hoje no Altice Arena e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), com a organização a estimar mais de 70 mil participantes naquela que é a quarta edição de 13 previstas em Lisboa.

Fundada em 2010 por Paddy Cosgrave, Daire Hickey e David Kelly, a Web Summit é considerada um dos maiores eventos de tecnologia, inovação e empreendedorismo do mundo e evoluiu em menos de seis anos de uma equipa de apenas três pessoas para uma empresa com mais de 150 colaboradores.

A cimeira tecnológica, que nasceu na Irlanda, passou a realizar-se em Lisboa desde 2016, e vai manter-se na capital portuguesa até 2028, depois de, em novembro do ano passado, ter ficado decidida a permanência em Portugal por mais 10 anos, após uma candidatura com sucesso.

JYO // LFS

By Impala News / Lusa

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