Paulo Branco: Justiça francesa nega direitos sobre filme de Terry Gilliam

O produtor Paulo Branco foi condenado pela justiça francesa a indemnizar os produtores do filme “O homem que matou D. Quixote”, de Terry Gilliam, e viu-lhe negados direitos sobre a obra.

Paulo Branco: Justiça francesa nega direitos sobre filme de Terry Gilliam

Paulo Branco: Justiça francesa nega direitos sobre filme de Terry Gilliam

O produtor Paulo Branco foi condenado pela justiça francesa a indemnizar os produtores do filme “O homem que matou D. Quixote”, de Terry Gilliam, e viu-lhe negados direitos sobre a obra.

Paulo Branco foi condenado pela justiça francesa a indemnizar os produtores do filme “O homem que matou D. Quixote”, de Terry Gilliam, e viu-lhe negados direitos sobre a obra, revelou à Lusa Pandora da Cunha Telles, adiantando que o produtor foi obrigado a pagar uma indemnização de 60 mil euros às empresas Kinology, Star Invest Films France e Ocean Films Distribution Int, que produziram o filme de Terry Gilliam.

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Paulo Branco tinha dado entrada com pedidos de indemnização por danos reputacionais

Este é um de vários processos judiciais que decorrem em França, Espanha e Reino Unido e que opõem Paulo Branco aos produtores que fizeram o filme de Terry Gilliam, cuja rodagem decorreu em Portugal e em Espanha. Segundo a Ukbar Filmes, a sentença do tribunal francês explica que a Alfama Films não pode ser considerada produtora do filme nem mandatária para vendas internacionais.

Paulo Branco tinha dado entrada com pedidos de indemnização por danos reputacionais, mas segundo a Ukbar Filmes – que cita a sentença proferida -, o produtor português terá de pagar um total de 60 mil euros às Kinology, Star Invest Films France e Ocean Films Distribution Int. A Lusa tentou contactar, sem sucesso, o produtor Paulo Branco, que está no Japão para receber o prémio mundial das artes Leonardo da Vinci, atribuído pelo Conselho Cultural Mundial.

A disputa legal pelos direitos do filme dura há mais de dois anos entre Paulo Branco, Terry Gilliam e os produtores que avançaram com a longa-metragem. Paulo Branco assinou contrato para produzir o filme, em 2016, mas o processo saiu gorado. Terry Gilliam pediu a anulação do contrato com a Alfama Films e seguiu a produção com outros produtores do Reino Unido, França e Espanha. Depois de, em 2017, ter considerado que o contrato era válido, o Tribunal de Grande Instância de Paris declara agora que Paulo Branco não detém direitos no filme.

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