Pai de criança que caiu no poço: «Temos a esperança de que não está morto, mas nós estamos»

Jose, pai da criança de dois anos que caiu num poço com mais 100 metros de profundidade em Málaga, falou pela primeira vez em frente às câmaras

Pai de criança que caiu no poço: «Temos a esperança de que não está morto, mas nós estamos»

Jose, pai da criança de dois anos que caiu num poço com mais 100 metros de profundidade em Málaga, falou pela primeira vez em frente às câmaras

Passadas 72 horas desde que o filho cai num poço , Jose Rosello, pai de Julen, falou pela primeira vez numa conferência de imprensa durante a manhã desta quarta-feira, dia 16 de janeiro.

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O progenitor agradeceu por diversas vezes todo o apoio que tem recebido nacional e internacional e apelou a que as buscas não parassem até que o menino de dois anos fosse encontrado. «Que não parem os trabalhos até que se tire o meu filho dali de dentro».

Sobre as críticas que tinha anteriormente apontado às operações de resgate, Jose esclareceu que o fez para que mais meios fossem alocados ao caso. «Se fiz alguma queixa, foi para que tivessem mais meios. Infelizmente, a maquinaria que temos agora, não a tivemos no primeiro momento», justificou.

O pai, que juntamente com a mulher abandonou pela primeira vez o local por questões de higiene pessoal, garantiu que continua com esperança que o filho esteja vivo.

«Temos a esperança de que não está morto, mas nós estamos. Parece que estamos aqui há meses. Está a ser eterno. A minha mulher está desfeita. Estamos mortos, mas com a esperança de que temos um anjo que nos vai ajudar a que o meu filho saia daqui o mais rápido possível», confessou.

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