Novas coleções de Miguel Vieira e David Catalán hoje na Semana da Moda de Milão

Os ‘designers’ Miguel Vieira e David Catalán apresentam hoje, em formato digital, as novas coleções outono-inverno 2021/2022 no calendário oficial da Semana da Moda de Milão, evento que arrancou na sexta-feira e termina dia 19.

Novas coleções de Miguel Vieira e David Catalán hoje na Semana da Moda de Milão

Novas coleções de Miguel Vieira e David Catalán hoje na Semana da Moda de Milão

Os ‘designers’ Miguel Vieira e David Catalán apresentam hoje, em formato digital, as novas coleções outono-inverno 2021/2022 no calendário oficial da Semana da Moda de Milão, evento que arrancou na sexta-feira e termina dia 19.

A coleção do criador David Catalán, intitulada “Reworks”, vai ser apresentada hoje às 11:00 (10:00 em Lisboa).

O ‘designer’ regressa à “essência da marca”, revelando uma coleção desenvolvida em “função das necessidades do ‘workwear’ misturadas com o guarda-roupa clássico”, com os fatos monocromáticos a serem um “elemento central na escolha das peças-chave”.

“A coleção jovem, irreverente e adaptável às novas formas de consumo, foi desenhada recorrendo a materiais inovadores, caracterizados por uma textura em veludo, conferindo uma silhueta relaxada, adequada ao homem moderno com um toque contemporâneo”, conta David Catalán.

A apresentação da nova coleção do ‘designer’ Miguel Vieira também acontece hoje e o desfile está agendado para as 15:00 (14:00 em Lisboa).

“ADN” é o nome da nova coleção outono-inverno 2021/2022 de Miguel Vieira.

O novo trabalho de criação é “sobre pessoas com confiança na sua aparência” e que veem a sua “indumentária como uma extensão de si mesmos, como algo que faz parte do seu ADN”, avançou à Lusa.

“Estas personagens marcantes têm o poder de ser elas próprias, fogem a estereótipos e usam o que querem quando querem. Para elas, o clássico pode ser moderno, porque a sua atitude as torna irreverentes e únicas. Elas protagonizam a libertação do estigma social que diz que devemos vestirmo-nos segundo um género”, explica o criador, referindo que “é importante eliminar os rótulos impostos pela sociedade” e “começar a ver a fluidez de género como algo natural e de escolha livre”.

Na coleção “ADN”, os materiais eleitos são a “lã, caxemira, alpaca, pelo falso de ovelha e tecidos de camisaria”, e as cores vão deambular entre o “verde inverno”, “azul medieval”, “castanha licor de café” e os habituais “pretos caviar” e “brancos trufa”, lê-se numa nota de imprensa enviada à Lusa.

Para a diretora do Portugal Fashion, Mónica Neto, é importante que a moda portuguesa continue a “atravessar fronteiras com o mesmo empenho e dedicação”.

“Atravessamos tempos difíceis, há um novo confinamento, e teremos sempre de fazer uma adaptação às contingências de cada momento, nunca esquecendo que este é um setor de atividade que junta criatividade e negócio, e que necessita, como nunca, que todos os esforços sejam feitos para que se mantenha ativo o seu circuito profissional de atividade”, avisa aquela responsável.

O Portugal Fashion, que celebrou em 2020 o seu 25.º aniversário, é um projeto da responsabilidade da Associação Nacional de Jovens Empresários, que conta com o apoio dos seus parceiros estratégicos e é cofinanciado pelo Portugal 2020, no âmbito do Compete 2020 — Programa Operacional da Competitividade e Internacionalização, com fundos provenientes da União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

CCM // TDI

By Impala News / Lusa

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