Nova greve nos combustíveis? Motoristas de matérias perigosas avançam com pré-aviso

O sindicato dos motoristas de matérias perigosas não chegaram a acordo com a ANTRAM e avança com pré-aviso de nova greve.

Nova greve nos combustíveis? Motoristas de matérias perigosas avançam com pré-aviso

Nova greve nos combustíveis? Motoristas de matérias perigosas avançam com pré-aviso

O sindicato dos motoristas de matérias perigosas não chegaram a acordo com a ANTRAM e avança com pré-aviso de nova greve.

O sindicato dos motoristas de matérias perigosas acusa a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias  (ANTRAM) de mentir ao afirmar, esta terça-feira, que o pré-acordo de salário base era de 700 euros. Os motoristas exigem receberem 1200 euros e avançam com aviso de nova greve marcada para o dia 23 de maio, avança a SIC Notícias e o Eco.

«O presidente já enviou o pré-aviso para todas as entidades que estão envolvidas», disse o vice-presidente deste sindicato, Pardal Henriques, ao Eco.

O que está em causa na greve dos motoristas de matérias perigosas

Entre as reivindicações destes homens estão as melhorias salariais, as alterações ao contrato coletivo de trabalho no que respeita a horas extra e trabalho noturno e, também, a exigência de uma categoria profissional própria.

Os motoristas pedem uma remuneração base mínima correspondente a 1200 euros. No contrato coletivo só existe a categoria ‘Motorista de Pesados’ que tem uma remuneração base de 630 euros, não havendo categoria própria para quem transporta materiais perigosos. Além do aumento salarial, o sindicato pede o aumento do subsídio de risco (atualmente 7,5€), pois consideram estar em risco superior aos restantes ‘Motoristas de Pesados’.

Além destas atualizações, o sindicato pede também a alteração de regras no que respeita ao salário noturno e ao trabalho extraordinário. O contrato coletivo de trabalho sofreu alterações em setembro do ano passado. De acordo com o documento, «os trabalhadores móveis afetos ao transporte internacional, ibérico e nacional [sem contar com os que conduzem veículos com menos de 7,5 toneladas] terão obrigatoriamente o direito a receber o correspondente a duas horas de trabalho suplementar» por cada dia, sendo que a primeira hora de trabalho extraordinário será remunerada a 50% e a segunda a multiplicar por 75%.

 

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