Noah está bem mas ainda não vai ter alta. “Falou com os pais, está fora de perigo”

Noah, está “estável”, depois de mais de 30 horas desaparecido, afirmou esta manhã a diretora clínica do Hospital Amaro Lusitano, Eugénia André.

Noah está bem mas ainda não vai ter alta. “Falou com os pais, está fora de perigo”

Noah, está “estável”, depois de mais de 30 horas desaparecido, afirmou esta manhã a diretora clínica do Hospital Amaro Lusitano, Eugénia André.

Noah, está “estável”, depois de mais de 30 horas desaparecido, afirmou esta manhã a diretora clínica do Hospital Amaro Lusitano, Eugénia André.

“Quando entrou estava sonolento, mas consciente, com pressões arteriais aceitáveis. Iniciou soros, despertou, falou com os pais, está fora de perigo”, disse ainda. O menino vai manter-se internado esta sexta-feira.

O menino chegou pelas 22h00 ao hospital, e “estava desidratado”. Tem algumas escoriações, “previsíveis”, no abdómen, dorso e pés, mas “nada de preocupante”.

Noah “dormiu toda a noite, alimentou-se, já falou com a mãe”. “Agora, está outra vez a dormir.” Hoje não terá alta disse ainda a médica, “porque interessa que vá estabilizado e com nutrição bem estabelecida”.

O menino está “alegre” e “dormiu tranquilamente”, disse também.

Covid-19 permite apenas um dos pais com o menino

Devido às medidas contra a covid-19, apenas um dos pais pode estar como menino e neste caso está a mãe, Rita Caupers de Bragança.

Ontem estiveram no hospital os serviços sociais e da psicologia para acompanhar os pais tendo feito “os términos legais necessários”, ainda segundo a diretora clínica do Hospital Amaro Lusitano, Eugénia André.

“Sei que a mãe está estabilizada, o pai ontem foi para casa e que estava muito cansado. O que me disse a psicóloga foi que o senhor estava mesmo sob um grande stress e disse que ia descansar”, acrescentou a diretora clínica perante as perguntas dos jornalistas.

O menino que desapareceu de casa, em Idanha-a-Nova, entre as 05h00 e as 08h00 de quarta-feira. “foi encontrado com vida, num desaparecimento que deverá ser considerado espontâneo”, explica José Monteiro, coordenador da Polícia Judiciária da Guarda. Noah foi encontrado por populares pouco antes das 20h00 desta quinta-feira, 17 de junho, com “pequenas escoriações nas pernas”, principalmente “nos pés”. Estava a “sete quilómetros e meio de casa” em linha reta, e não a quatro, como anteriormente foi avançado. Terá percorrido “cerca de 13,5 quilómetros” desde que saiu de casa até ao local onde viria a ser salvo.

Noah perguntou pela irmã ao ser encontrado

O bebé de dois anos e meio ter-se-á abrigado “num barracão” e estava “extremamente desidratada”, mas “muito faladora” e “perguntava pela irmã”, quatro anos mais velha. Estava “nua”, mas aparentemente “bem-disposta”, informação prestada por um casal inglês morador da zona que também participava nas buscas. Após cerca de 36 horas sozinho, Noah foi assistido lo local e encaminhado de urgência para o Hospital Amato Lusitano, em Castelo Branco, onde está em observação “fora de perigo”.

Texto: Marta Amorim com Luís Martins

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