Museu Nacional Soares dos Reis propõe reflexão sobre Arte e Medicina em exposição

O Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, inaugura na quinta-feira a exposição “Depositorium 2”, que “propõe uma reflexão sobre Arte e Medicina”, com obras de António Soares dos Reis, Aurélia de Sousa e José Malhoa.

Museu Nacional Soares dos Reis propõe reflexão sobre Arte e Medicina em exposição

Museu Nacional Soares dos Reis propõe reflexão sobre Arte e Medicina em exposição

O Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, inaugura na quinta-feira a exposição “Depositorium 2”, que “propõe uma reflexão sobre Arte e Medicina”, com obras de António Soares dos Reis, Aurélia de Sousa e José Malhoa.

Esta é a segunda edição da exposição “Depositorium”, inaugurada pela primeira vez em maio de 2021, e que expõe peças da reserva do Museu Nacional de Soares dos Reis (MNSR).

Desta vez, os trabalhos em causa foram selecionados pelo reitor da Universidade do Porto e pelos diretores das Faculdades de Medicina, Medicina Dentária e do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, numa mostra que “propõe uma reflexão sobre Arte e Medicina, conceitos historicamente interligados”, adiantou o museu, em nota de imprensa.

A exposição estará patente até ao segundo trimestre de 2022 e exibe peças das coleções de cerâmica, desenho, escultura, lapidária e pintura.

“O circuito expositivo inclui desenhos de anatomia de António Soares dos Reis, pinturas a óleo do século XIX alusivas às ciências médicas, e assinadas por artistas portugueses como Artur Loureiro, Aurélia de Sousa e José Malhoa, bem como esculturas de Soares dos Reis e de Teixeira Lopes, Pai”, explicou o MNSR.

A nota avançou ainda que a peça mais antiga em exposição “é uma estela funerária, datada do século II, recolhida na Serra de Santa Justa, em Valongo”.

O diretor do MNSR, António Ponte, salientou que “são estreitos os laços que unem este mundo profissional da saúde ao dos museus: ambos se assumem como guardiões, uns do património humano, do seu corpo e da sua mente, e outros do património cultural, material e imaterial”.

“Nunca antes se complementaram tanto, sendo hoje, muitas vezes, a Arte prescrita como uma terapêutica e forma de prevenção da doença”, prosseguiu, citado no mesmo comunicado.

ILYD // TDI

By Impala News / Lusa

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