Motoristas detidos pela GNR por se recusarem a trabalhar

Dois motoristas foram detidos esta quarta-feira, 14 de agosto, pela GNR por se recusarem a trabalhar, avança Pardal Henriques

Motoristas detidos pela GNR por se recusarem a trabalhar

Motoristas detidos pela GNR por se recusarem a trabalhar

Dois motoristas foram detidos esta quarta-feira, 14 de agosto, pela GNR por se recusarem a trabalhar, avança Pardal Henriques

Dois motoristas foram detidos esta quarta-feira, 14 de agosto, pela GNR por se recusarem a trabalhar, garante Pardal Henriques em declarações transmitidas pela RTP. O porta-voz do Sindicato revela que os motoristas foram detidos em casa por não cumprirem a requisição civil do Governo.

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Incumprir serviços mínimos e requisição civil prejudica a economia

O porta-voz da associação das empresas de transportes de mercadorias (Antram) considerou que o apelo hoje lançado pelo sindicato dos motoristas de matérias perigosas para que ninguém trabalhe vai prejudicar gravemente a economia. «Isso vai significar problemas graves na economia portuguesa», disse à Lusa o representante da Antram André Matias de Almeida.

O também advogado da associação referia-se à posição assumida hoje de manhã pelo porta-voz do Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), Pedro Pardal Henriques. O porta-voz dos motoristas de matérias perigosas afirmou hoje que os trabalhadores não vão cumprir serviços mínimos nem a requisição civil, em solidariedade para com os colegas que foram notificados por não terem trabalhado na terça-feira.

«Em solidariedade para com os seus colegas [que foram notificados], ninguém vai sair daqui hoje», assegurou Pedro Pardal Henriques esta manhã em Aveiras de Cima, Lisboa. «Ninguém vai cumprir nem serviços mínimos nem requisição civil, não vão fazer absolutamente nada», sublinhou o também assessor jurídico do SNMMP.

Para a Antram, esta posição é «de uma gravidade atroz» e uma situação de que «não há memória» em Portugal. «Apelamos à responsabilidade» dos sindicatos, afirmou, acrescentando não entender como é possível dizer que se vai incumprir os serviços mínimos e a requisição civil, mas que «isso não significa uma perda de salário para os seus trabalhadores».

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