Ministro da Cultura lamenta morte de cineclubista Graça Lobo

O ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, lamentou hoje a morte de Graça Lobo, cineclubista e antiga coordenadora do Plano Nacional de Cinema, recordando que ajudou “a criar cinefilia”.

Ministro da Cultura lamenta morte de cineclubista Graça Lobo

Ministro da Cultura lamenta morte de cineclubista Graça Lobo

O ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, lamentou hoje a morte de Graça Lobo, cineclubista e antiga coordenadora do Plano Nacional de Cinema, recordando que ajudou “a criar cinefilia”.

“Graça Lobo ajudou a criar cinefilia, a aprender com o cinema e a dá-lo a conhecer”, escreveu o ministro da Cultura, na rede social Twitter.

Graça Lobo, que morreu hoje aos 66 anos, em Faro, esteve na génese do Plano Nacional de Cinema, um projeto que coordenou entre 2012 e 2014 e que tem semelhanças com uma outra iniciativa educativa, existente no Algarve desde 1998, intitulada “Juventude-Cinema-Escola”.

Quando o PNC foi lançado em 2012 ainda como uma experiência-piloto, Graça Lobo disse numa sessão pública que o Plano Nacional do Cinema pretendia, num primeiro momento, dar a conhecer “o ato cívico da ida à sala de cinema”, porque “muitos alunos nunca foram a uma sala de cinema” ou não estão familiarizados com a história da Sétima Arte.

Graça Lobo era licenciada em História e defendeu uma tese de mestrado em Gestão Cultural sobre a Formação de Públicos para o Cinema, “área de conhecimento a que dedicou toda a sua vida profissional e académica”, refere aquela direção regional na nota de pesar.

Professora convidada na Universidade do Algarve, Graça Lobo promoveu ainda dezenas de ações de formação em Literacia Fílmica, por todo o país.

Graça Lobo tornou-se cineclubista em 1980, tendo sido vice-presidente do Cineclube de Faro (CCF), de 1996 a 2008, e membro da Comissão de Formação do CCF, entre 2015 e 2018. Atualmente, era vice-presidente da Assembleia Geral deste cineclube.

SS (FPB) // TDI

By Impala News / Lusa

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