Ministra diz que não há falta de médicos nos hospitais de Coimbra e Algarve

Marta Temido admite que poderá haver necessidade de rever escalas e formas de organização

Ministra diz que não há falta de médicos nos hospitais de Coimbra e Algarve

Ministra diz que não há falta de médicos nos hospitais de Coimbra e Algarve

Marta Temido admite que poderá haver necessidade de rever escalas e formas de organização

A ministra da Saúde, Marta Temido, afirmou esta sexta-feira, 6 de dezembro, que não há falta de médicos nos centros hospitalares universitários do Algarve e de Coimbra, admitindo que poderá haver necessidade de rever escalas e formas de organização.

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«Não me parece que haja falta de médicos no Centro Hospitalar e Universitário do Algarve nem nos Hospitais da Universidade de Coimbra. Os números são públicos sobre aquilo que são os profissionais de saúde que existem no Serviço Nacional de Saúde e concretamente nesses hospitais», referiu, em reação a informações sobre riscos de falência das urgências daqueles hospitais.

Vinte médicos especialistas em medicina interna enviaram uma declaração de responsabilidade à Ordem dos Médicos face à «escassez» das equipas nas urgências dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), anunciou na quarta-feira aquela associação profissional. Na quinta-feira, chefes de equipa de Cirurgia do Hospital de Faro informaram que estão indisponíveis para fazer urgências a partir de 1 de janeiro.

«Provavelmente, é necessário rever escalas, rever formas de organização», disse hoje a ministra da Saúde.

Governo acompanha situações com a «maior atenção», refere

Marta Temido acrescentou que, no caso do Centro Hospitalar Universitário do Algarve, as escalas deste mês «estão completas» e que, se for necessário e as equipas internas sentirem incapacidade de fazer mais trabalho extraordinário, há equipas alternativas.

«Não são as desejáveis, são o recurso a prestadores de serviços, mas a nós cumpre-nos em primeira mão responder às necessidades assistenciais da população», referiu. Sublinhou que o Governo está a acompanhar estas situações com a «maior atenção» e em conjunto com os conselhos de administração.

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