Ministério Público investiga publicação da polícia sobre Cláudia Simões

Publicação do Sindicato Unificado da Polícia nas redes sociais mostrava uma fotografia das mãos da mulher e insinuava que Cláudia Simões teria doenças graves.

Ministério Público investiga publicação da polícia sobre Cláudia Simões

Ministério Público investiga publicação da polícia sobre Cláudia Simões

Publicação do Sindicato Unificado da Polícia nas redes sociais mostrava uma fotografia das mãos da mulher e insinuava que Cláudia Simões teria doenças graves.

O Ministério Público vai investigar o posto do  Sindicato Unificado da Polícia, onde a autoridade insinuava que Cláudia Simões, a mulher agredida à saída de um autocarro na Amadora, sofria de doenças graves.

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De acordo com a TSF, que cita a Procuradoria-Geral da República, a entidade terá recebido uma queixa da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial que foi, então, remetida para o Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa que, posteriormente, abriu um inquérito ao caso.

Em causa está uma publicação nas redes sociais do Sindicato Unificado da Polícia de Segurança Pública. No post, a autoridade mostrava uma fotografia das mãos de Cláudia Simões e insinuava que a mulher agredida na Amadora teria doenças graves. A publicação foi, posteriormente, eliminada.

Caso aconteceu no passado mês de janeiro

Cláudia Simões, de 42 anos, revelou ter sido agredida junto a uma paragem de autocarros no Bairro do Bosque, na Amadora, depois de a filha se ter esquecido do passe e o motorista do autocarro ter feito queixa às autoridades. Segundo Cláudia, as agressões não terão ficado por aqui e continuaram dentro do carro da polícia que a transportou para a esquadra. A PSP desmentiu o relatado pela angolana e abriu um inquérito para apurar a verdade.

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