Mais de 30 jovens cabo-verdianos iniciam em março formação no Teatro São João

Mais de 30 jovens cabo-verdianos iniciam em março uma formação em artes cénicas no Teatro Nacional São João (TNSJ), no Porto, anunciou no parlamento o ministro da Cultura e das Indústrias Criativas de Cabo Verde.

Mais de 30 jovens cabo-verdianos iniciam em março formação no Teatro São João

Mais de 30 jovens cabo-verdianos iniciam em março formação no Teatro São João

Mais de 30 jovens cabo-verdianos iniciam em março uma formação em artes cénicas no Teatro Nacional São João (TNSJ), no Porto, anunciou no parlamento o ministro da Cultura e das Indústrias Criativas de Cabo Verde.

De acordo com o ministro Abraão Vicente, no final do próximo mês partem para a formação em Portugal 32 atores cabo-verdianos e um dramaturgo.

“O ‘casting’ foi feito na cidade do Mindelo [ilha de São Vicente] e na cidade da Praia [ilha de Santiago] e jovens atores vão poder estar com atores do primeiro nível mundial a aprender”, afirmou o ministro, numa debate na Assembleia Nacional, em que foi questionado pelos deputados sobre as políticas culturais.

Os governos de Portugal e Cabo Verde assinaram em 06 de setembro, com o TNSJ, um protocolo que visa o intercâmbio de artistas e a internacionalização daquela instituição, com a circulação de espetáculos naquele país africano e ações de formação.

Assinado entre o Ministério da Cultura de Portugal e o Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas de Cabo Verde, o acordo tem a duração de três anos, podendo ser renovado, e será gerido por um representante de cada ministério e um outro nomeado pelo TNSJ.

No protocolo, que foi assinado pelos respetivos ministros, e a que a Lusa teve acesso, pode ler-se que “constitui objeto do presente acordo a cooperação recíproca, sem transferência financeira entre as partes”, para “ações conjuntas no âmbito da produção e exibição das artes cénicas”, mas também no campo da formação e pesquisa teatral.

Constituem atividades conjuntas a produção de peças e ações de formação, além de intercâmbio de artistas, mas também a colaboração nas várias áreas artísticas associadas à produção teatral, da direção de cena à sonoplastia, edição e iluminação, mas também a partilha de documentação e informação.

O protocolo não é “o final do caminho, mas mais um instrumento” para apoiar o teatro cabo-verdiano, destacando o esforço “da ilha de São Vicente, que agarra o teatro como forma sublime e especial de expressar Cabo Verde”.

PVJ (SIF) // MAG

By Impala News / Lusa

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