Macau reforça restrições no aeroporto no sexto dia sem registo de novos casos

O Governo de Macau disse hoje que só é possível viajar para o território, que não tem novos casos há seis dias, após a apresentação de um teste que prove que o residente não está infetado com a covid-19.

Macau reforça restrições no aeroporto no sexto dia sem registo de novos casos

Macau reforça restrições no aeroporto no sexto dia sem registo de novos casos

O Governo de Macau disse hoje que só é possível viajar para o território, que não tem novos casos há seis dias, após a apresentação de um teste que prove que o residente não está infetado com a covid-19.

No mesmo dia em que as autoridades indicaram que mais dois pacientes tiveram alta hospital, um deles português, o Governo apresentou três novas restrições, que serão aplicadas logo à entrada do avião para Macau.

“Neste momento no estrangeiro há muitos locais que estão numa situação grave”, afirmaram as autoridades em conferência de imprensa.

“Aos estrangeiros” é lhes negada automaticamente a entrada no avião, é necessário a apresentação do comprovativo de um teste de ácido nucleico e é obrigatório a medição da temperatura antes da viagem, explicaram. Se o residente apresentar febre não pode embarcar.

Macau não regista novos casos há seis dias consecutivos e mais dois pacientes receberam alta hospitalar, pelo que continuam 30 pessoas infetadas a receber tratamento à covid-19, anunciaram hoje as autoridades.

Macau registou 45 infetados desde o início do surto do novo coronavírus.

Depois de o território ter estado 40 dias sem identificar qualquer infeção, a partir de meados de março foram identificados 35 novos casos, todos importados.

Em fevereiro, Macau registou uma primeira vaga de dez casos da covid-19. Dos 45 casos, 15 já receberam alta hospitalar.

Após a deteção de novos casos, as autoridades reforçaram as medidas de controlo e restrições fronteiriças. Uma delas é a quarentena obrigatória de 14 dias à entrada no território.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, foi detetado na China em dezembro de 2019 e já infetou quase 1,9 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais mais de 117.000 morreram. Ainda nesse universo de doentes, cerca de 402.000 estão dados como recuperados.

MIM // PJA

By Impala News / Lusa

Impala Instagram


RELACIONADOS