Lisboa e Vale do Tejo com quase 91% das novas infeções

Lisboa e Vale do Tejo registou 90,75% dos novos casos de infeção relacionados com a covid-19, com 206 dos 227 novos doentes, seguida pelo Norte com cerca de 5,29%, segundo dados da DGS.

Lisboa e Vale do Tejo com quase 91% das novas infeções

Lisboa e Vale do Tejo com quase 91% das novas infeções

Lisboa e Vale do Tejo registou 90,75% dos novos casos de infeção relacionados com a covid-19, com 206 dos 227 novos doentes, seguida pelo Norte com cerca de 5,29%, segundo dados da DGS.

Lisboa e Vale do Tejo (LVT) registou hoje 90,75% dos novos casos de infeção relacionados com a covid-19, com 206 dos 227 novos doentes, seguida pelo Norte com cerca de 5,29%, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Os dados do último boletim epidemiológico da DGS revelaram que a região de LVT registou 206 novos casos de infeção entre 227 totalizados em Portugal.

Seguem-se a região Norte (+12), Centro (+6), Algarve (+2) e Alentejo (+1).

As regiões autónomas dos Açores e da Madeira permaneceram inalterados com, respetivamente, 143 e 90 novos casos de infeção.

No sábado, a região de LVT registou, sensivelmente, 76% dos novos casos de infeção, enquanto na sexta-feira atingiu os 91,1%, abaixo dos 91,2% apurados no dia anterior.

Na terça e na quarta-feira, esta região já tinha concentrado 92% das novas infeções, acima dos 78% registados na segunda-feira.

Portugal regista hoje 1.517 mortes relacionadas com a covid-19, mais cinco do que no sábado, e 36.690 infetados, mais 227, segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Por concelho, Lisboa é o que regista o maior número de casos de infeção (2.852), seguido por Sintra (1.913), Vila Nova de Gaia (1.599), Loures (1.436), Porto (1.414), Matosinhos (1.292), Braga (1.256) e Amadora (1.240).

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 427 mil mortos e infetou mais de 7,7 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

 

 

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