CDS diz que o PS é o “coveiro do SNS” e defende contratualização com privados

O presidente do CDS-PP acusou hoje o PS de ser “o coveiro” do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e defendeu a contratualização de consultas, exames e cirurgias nos privados para aliviar a pressão sobre os hospitais públicos.

CDS diz que o PS é o

CDS diz que o PS é o “coveiro do SNS” e defende contratualização com privados

O presidente do CDS-PP acusou hoje o PS de ser “o coveiro” do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e defendeu a contratualização de consultas, exames e cirurgias nos privados para aliviar a pressão sobre os hospitais públicos.

“Hoje tivemos uma notícia que 12 diretores de urgências do Hospital de Beja se demitiram, o que prova que o Partido Socialista é o coveiro do nosso SNS porque mete a ideologia à frente da eficiência dos serviços e dos doentes”, afirmou Francisco Rodrigues dos Santos, presidente do CDS. Francisco Rodrigues dos Santos aproveitou o facto de se encontrar no distrito de Beja, em visita à barragem do Alqueva no âmbito da campanha para as eleições legislativas de dia 30, para comentar a demissão de 12 chefes de equipa das urgências do hospital de Beja, alegando não terem condições para tratar dos doentes com qualidade e segurança, sobretudo devido à falta de médicos e sobrecarga de trabalho.

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E defendeu que “o CDS é um partido que apresenta uma resposta para aliviar a pressão sobre o SNS e para colocar os doentes à frente da ideologia”, que chamou de “via verde saúde” e que consiste em que “todos os doentes que ultrapassaram o seu tempo de espera no SNS para uma consulta, exame ou cirurgia” possam “ser atendidos sem custos nos hospitais particulares e sociais”. “O PS, por cegueira ideológica, está cada vez mais a sobrecarregar o SNS, que não tem mãos a medir”, criticou.

Líder do CDS a favor da “liberdade de escolha” entre sistema de saúde público privado

O líder do CDS-PP defendeu também que a sua proposta “alivia a pressão sobre o SNS” e “dá uma resposta adequada a todos os doentes que estão em risco de vida porque não têm os tratamentos adequados no quadro do SNS”. “É uma liberdade de escolha que favorece sobretudo as famílias mais pobres porque as famílias com mais rendimentos têm seguro de saúde e optem optar por outras escolhas no subsistema social e particular”, salientou Rodrigues dos Santos.

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