Jovens da Guiné-Bissau são dos que correm mais riscos com impacto das alterações climáticas — Unicef

Os jovens da Guiné-Bissau são dos que correm mais riscos devido ao impacto das alterações climáticas, segundo um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância hoje divulgado.

Jovens da Guiné-Bissau são dos que correm mais riscos com impacto das alterações climáticas -- Unicef

Jovens da Guiné-Bissau são dos que correm mais riscos com impacto das alterações climáticas — Unicef

Os jovens da Guiné-Bissau são dos que correm mais riscos devido ao impacto das alterações climáticas, segundo um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância hoje divulgado.

Segundo o relatório, denominado “A crise climática é uma crise dos direitos da criança: apresentando o índice de risco climático das crianças”, o impacto das alterações climáticas ameaça a saúde, educação e proteção dos jovens guineenses.

“O relatório concluiu que as crianças guineenses estão altamente expostas a inundações costeiras e poluição do ar, mas também que os investimentos em serviços sociais, especialmente educação, água, higiene e saneamento podem fazer uma diferença significativa na capacidade de proteger o seu futuro dos impactos das mudanças climáticas”, refere, em comunicado, a Unicef.

Para a representante da Unicef em Bissau, Nadine Perrault, a “Guiné-Bissau está a tornar-se um lugar mais perigoso para as crianças desfrutarem das suas vidas” devido às alterações climáticas.

Nadine Perrault defendeu que é preciso investir nos serviços que as crianças dependem para “sobreviver”, nomeadamente água, saúde e educação.

“Isso vai ajudar a proteger o seu futuro dos impactos de um clima em mudança e degradante”, sublinhou, no comunicado, a representante da Unicef.

O relatório revela que 240 milhões de crianças no mundo estão altamente expostas a inundações costeiras, 330 milhões a inundações ribeirinhas, 400 milhões a ciclones, 600 milhões a doenças transmitidas por vetores, 815 milhões à poluição por chumbo, 820 milhões a ondas de calor, 920 milhões à escassez de água e mil milhões expostas a “altos níveis de poluição do ar”.

 

MSE // JH

Lusa/Fim

By Impala News / Lusa

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