Jornalista da Lusa em Cabo Verde conquista prémio por reportagem sobre ambiente

O jornalista da agência Lusa em Cabo Verde Ricardino Pedro foi hoje distinguido com o Prémio Jornalismo Ambiental 2020, na categoria Imprensa Escrita, por uma reportagem sobre a transformação de garrafas de plástico em azulejos no arquipélago.

Jornalista da Lusa em Cabo Verde conquista prémio por reportagem sobre ambiente

Jornalista da Lusa em Cabo Verde conquista prémio por reportagem sobre ambiente

O jornalista da agência Lusa em Cabo Verde Ricardino Pedro foi hoje distinguido com o Prémio Jornalismo Ambiental 2020, na categoria Imprensa Escrita, por uma reportagem sobre a transformação de garrafas de plástico em azulejos no arquipélago.

O anúncio feito hoje pela Associação para a Defesa do Ambiente e Desenvolvimento (ADAD) e pela Rede de Jornalistas para o Ambiente (REJA), responsáveis pela organização do prémio atribuído “aos melhores trabalhos divulgados pelos órgãos de comunicação social e produzidos por jornalistas profissionais” no género grande reportagem.

A distinção deve-se às reportagens “Oito garrafas de plástico para produzir um azulejo que salva o ambiente em Cabo Verde” e “Benvindo, o catador com ‘olho de águia’ para o plástico em Cabo Verde”, publicadas em 01 de julho de 2019, nas quais o jornalista da agência Lusa aborda a recolha de garrafas de plástico ‘pet’ pelo arquipélago lusófono e a transformação em azulejos.

À Lusa, Ricardino Pedro referiu que este é “um prémio muito importante” para si, uma vez que o ambiente é um tema que lhe é querido: “Gosto de fazer estas coisas”, acrescentou.

Ricardino Pedro assinalou a importância da sensibilização da comunidade para o ambiente e as alterações climáticas, em que consequências como a seca afetam, por exemplo, a produção agrícola em Cabo Verde.

Para o jornalista, a reportagem teve um significado especial, uma vez que retrata uma iniciativa ambiental tomada na ilha de Santo Antão, de onde é natural.

Ricardino diz que agora vai analisar como vai poder utilizar parte do valor pecuniário recebido — 60.000 escudos (545 euros) — para ajudar a fábrica ou a pessoa que recolhe as garrafas de plástico na ilha.

O jornalista considera que este é um prémio partilhado com a fábrica MT Segredo Azulejos.

“Disse ao responsável da fábrica que nós ganhámos. Nós todos”, concluiu.

 

JYO // JH

By Impala News / Lusa

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