[vídeo] Inteligência artificial vai criar novos negócios e novas empresas

Inteligência artificial já está a tomar conta das nossas vidas, numa escala bem maior do que a podemos imaginar. E se pensa que a IA não é criativa, desengane-se…

[vídeo] Inteligência artificial vai criar novos negócios e novas empresas

Inteligência artificial já está a tomar conta das nossas vidas, numa escala bem maior do que a podemos imaginar. E se pensa que a IA não é criativa, desengane-se…

Um dos mais prestigiados especialistas em tecnologia do Mundo esteve por estes dias em Lisboa no Building the Future para falar do Negócio 5.0 em resultado da integração entre Inteligência Artificial (IA) Internet das Coisas, Big Data, API e Contratos Inteligentes. O que é que isto significa para o Mundo? John Straw não mede palavras. Surgirão «novos negócios» e um «novo tipo de empresa», como o sistema de aluguer de carros da General Motors, totalmente gerido por inteligência artificial, que permite, essencialmente, que aluguemos os carros uns aos outros. Esta organização depende basicamente de um sistema de inteligência artificial que gere marketing e gestão de clientes. Os contratos inteligentes gerem as relações entre os interessados e o blockchain, a segurança dos pagamentos. São «15 milhões de euros anuais para uma empresa gerida por três pessoas» – um CEO e dois programadores.

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Supermercados sem caixas registadoras e stocks repostos por robôs? Sim

Num «abrir e fechar de olhos», temos uma empresa «hiper competitiva que ameaça obliterar empresas de car sharing ou de aluguer». Outro caso é o da Amazon Go, projecto em que «o cliente pode entrar num supermercado, por exemplo, e sair com as compras sem ir à caixa». O sistema de IA permite leitura de padrões que «reconhece o que foi retirado da prateleira e, após a saída do supermercado, debita na sua conta». Acabam-se as filas na caixa, a caixa e quem carrega nos botões. E quem repõe o stock? Robôs.

Washington Post publicou mais de 850 artigos em 2019, inteiramente escritos por um sistema de Inteligência Artificial

A McDonalds investiu 500 milhões de dólares em Inteligência Artificial para poder reconhecer padrões de linguagem no atendimento automático e poder preparar o pedido. Sem intervenção humana. Colocam-se então duas questões. Apesar dos avanços anunciados, a Inteligência Artificial não é criativa? E também não substitui a capacidade de criar conteúdo novo? John Straw recorda que o Washington Post publicou mais de 850 artigos em 2019, inteiramente escritos por um sistema de Inteligência Artificial. Ninguém percebeu até o Washington Post o ter dito. Isto é novidade? Não para quem está atento. Veja este filme com David Hasselhoff. Sim o guião foi inteiramente escrito por um sistema Inteligência Artificial em… 2017.

Texto e fotos: Luís Martins | WiN

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