Infarmed autorizou 142 pedidos para realização de ensaios clínicos em 2019

O Infarmed recebeu 142 pedidos para realização de ensaios clínicos em 2019, tendo autorizado todos, segundo dados hoje divulgados, que apontam uma diminuição de 15% do tempo médio de decisão para 34 dias, menos seis dias que em 2018.

Infarmed autorizou 142 pedidos para realização de ensaios clínicos em 2019

Infarmed autorizou 142 pedidos para realização de ensaios clínicos em 2019

O Infarmed recebeu 142 pedidos para realização de ensaios clínicos em 2019, tendo autorizado todos, segundo dados hoje divulgados, que apontam uma diminuição de 15% do tempo médio de decisão para 34 dias, menos seis dias que em 2018.

Em 2018, a Autoridade Nacional do Medicamento autorizou a realização de 141 ensaios clínicos dos 159 pedidos recebidos, quase igualando o máximo histórico de pedidos registado em 2006 (160).

Segundo dados publicados no Portal do SNS, foram concedidas 843 autorizações substanciais, o número mais elevado de sempre, representando um aumento de 53% face a 2018, “tendo sido demonstrada elevada capacidade de resposta com um tempo médio de decisão de 21 dias”.

O número mais elevado de ensaios clínicos autorizados foi nas áreas de oncologia (53), sistema nervoso central (27), gastrointestinal e metabólico e sistema cardiovascular (13).

De acordo com o Infarmed, 85% dos pedidos de ensaios clínicos, estudo destinados a descobrir ou a verificar os efeitos de um ou mais medicamentos experimentais, foram autorizados dentro do prazo (56% em 2018).

A maioria dos pedidos parte da indústria farmacêutica (128 em 2019, menos 20 face a 2018), sendo os restantes académicos (14 em 2019, 11 em 2018).

De acordo com o Infarmed, na última década, a maior parte da investigação em Portugal foi realizada nas áreas terapêuticas onde atuam os medicamentos imunomoduladores e antineoplásicos (medicamentos oncológicos), área em grande expansão do conhecimento científico mundial, seguindo-se a investigação nas patologias da área do sistema nervoso central e do aparelho cardiovascular.

HN // JMR

By Impala News / Lusa

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