Incêndio em Vila Real era o que ocupava mais meios às 16h00

O incêndio em Samardã, Vila Real, era o que ocupava mais meios cerca das 16:00, altura em que estavam em curso 14 incêndios, localizados sobretudo no Norte do continente.

Incêndio em Vila Real era o que ocupava mais meios às 16h00

Incêndio em Vila Real era o que ocupava mais meios às 16h00

O incêndio em Samardã, Vila Real, era o que ocupava mais meios cerca das 16:00, altura em que estavam em curso 14 incêndios, localizados sobretudo no Norte do continente.

Lisboa, 22 ago 2022 (Lusa) — O incêndio em Samardã, Vila Real, era o que ocupava mais meios cerca das 16:00, altura em que estavam em curso 14 incêndios, localizados sobretudo no Norte do continente, segundo o ‘site’ da Proteção Civil.

Os 14 incêndios rurais em curso cerca das 16:00 eram combatidos por 1.285 operacionais, 344 meios terrestres e 25 meios aéreos. Em resolução estavam à mesma hora cinco incêndios, combatidos por 73 operacionais, 20 meios terrestres e um meio aéreo.

Os incêndios que desde domingo lavram em Samardã, no concelho de Vila Real, Rojão do Meio, em Mesão Frio (distrito de Vila Real) e de Lapela, em Monção, no distrito de Viana do Castelo, continuavam em curso e a ser considerados os mais preocupantes para a Proteção Civil.

Em Samardã estavam o maior número de operacionais (526), ajudados por 155 meios terrestres e quatro aviões de combate.

Em Rojão do Meio, estavam 111 operacionais, com 29 meios terrestres e dois aviões de combate.

Em Lapela estavam 121 operacionais, 34 veículos, dois aviões e ainda três helicópteros de combate.

Além destes, estavam em curso fogos em Antime e Silvares, no concelho de Fafe, e em Guilhofrei, em Vieira do Minho, ambos no distrito de Braga; em São Julião (no concelho de Setúbal); em Quinta do Briçal (Rio Maior) e em Ninho de Águia e Carvalhal (este desde a passada sexta-feira), no concelho de Ourém, no distrito de Santarém; em Nogueira do Cravo (Oliveira de Azeméis, Aveiro); em Macieira da Lixa (Felgueiras) e em Recarei (Paredes), no distrito do Porto; em Carregueiro (Aljustrel, Beja); e em Paredes do Vale (Arcos de Valdevez, Viana do Castelo).

Em conclusão estavam 39 ocorrências, envolvendo mesmo assim 800 operacionais, 248 veículos e quatro meios aéreos.

De acordo com o comandante nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), André Fernandes, o combate para hoje à tarde deverá ser prejudicado pelo agravamento do tempo quente, baixa humidade e rotação do vento.

Nos últimos três dias foram registadas 215 ignições de incêndios rurais, que foram combatidos por 8.034 operacionais e localizados sobretudo nos distritos do Porto (29 ocorrências), Braga (10) e Vila Real (10), Lisboa (nove) e Viseu (oito).

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o perigo de incêndio rural vai manter-se elevado em algumas regiões do continente pelo menos até sexta-feira.

O perigo de incêndio, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo e os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

RCS (SO) // MCL

By Impala News / Lusa

Impala Instagram


RELACIONADOS