Incêndio em navio ao largo dos Açores estável e sem perigo de chegar ao combustível

O navio mercante “Felicity Ace”, que está ao largo do Faial, nos Açores, continua com um incêndio ativo a bordo, mas a situação está “estável”, sem perigo de o fogo chegar ao combustível, revelou hoje a autoridade marítima.

Incêndio em navio ao largo dos Açores estável e sem perigo de chegar ao combustível

Incêndio em navio ao largo dos Açores estável e sem perigo de chegar ao combustível

O navio mercante “Felicity Ace”, que está ao largo do Faial, nos Açores, continua com um incêndio ativo a bordo, mas a situação está “estável”, sem perigo de o fogo chegar ao combustível, revelou hoje a autoridade marítima.

O navio mercante “Felicity Ace”, que está ao largo do Faial, nos Açores, continua com um incêndio ativo a bordo, mas a situação está “estável”, sem perigo de o fogo chegar ao combustível, revelou hoje a autoridade marítima. “O navio continua com um incêndio, mas está estável. Não há poluição neste momento”, disse o capitão do Porto da Horta, em declarações à agência Lusa.

João Mendes Cabeças explicou que, apesar de se manter ativo o incêndio, “não haverá perigo” de o fogo chegar aos tanques de combustível do navio, porque “estão todos abaixo da linha de água e foram vedados”.

O capitão do Porto da Horta, na ilha do Faial, adiantou que “ainda hoje sairá um rebocador com três técnicos para o local”, onde está o barco para “uma primeira avaliação”. “Na sexta-feira, deslocam-se mais 10 técnicos de uma empresa holandesa contratada pelo armador para começarem as condições para estabelecer o reboque” do navio, acrescentou.

A embarcação, que transportava automóveis, emitiu na manhã de quarta-feira um alerta por ter “fogo ativo no porão de carga”.

O “Felicity Ace”, com bandeira do Panamá, navegava a 90 milhas náuticas (cerca de 170 km) a sudoeste da ilha do Faial, nos Açores, quando foi dado o alerta. Os 22 tripulantes foram resgatados na quarta-feira em segurança.

Em declarações à Lusa esta manhã, Mendes Cabeças adiantou que o navio “está no meio do mar e tem uma superestrutura muito grande, pelo que é difícil o combate” às chamas. O navio patrulha oceânico “NRP Setúbal”, da Marinha Portuguesa, permanece no local a acompanhar a situação.

 

 

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