Hospital de Aveiro garante que unidade Via Verde AVC se mantém em agosto

A presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga, Margarida França, assegurou hoje que a unidade Via Verde AVC do Hospital de Aveiro vai manter-se em funcionamento em agosto.

Hospital de Aveiro garante que unidade Via Verde AVC se mantém em agosto

Hospital de Aveiro garante que unidade Via Verde AVC se mantém em agosto

A presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga, Margarida França, assegurou hoje que a unidade Via Verde AVC do Hospital de Aveiro vai manter-se em funcionamento em agosto.

“Não vai acontecer. Essa notícia foi precipitada”, comentou Margarida França, reagindo a declarações do presidente da secção regional do centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, de que o Hospital de Aveiro poderia vir a encerrar em agosto a unidade Via Verde AVC para deslocalizar médicos para o serviço de urgência.

Carlos Cortes disse ter informações de que a administração daquela unidade hospitalar tem “essa intenção, que foi enviada por escrito aos médicos”. Questionada sobre possíveis alternativas para os utentes, a administradora hospitalar garantiu que a questão não se coloca e que “isso não vai acontecer”.

Por seu turno, o diretor clínico do Hospital de Aveiro, classificou de “precipitação” o que veio a público e sublinhou que “as escalas, e sobretudo em tempos de constrangimentos, são feitas até ao dia 31”. “Penso que há aqui alguma precipitação: a unidade de AVC não vai fechar, obviamente, e nem a Via Verde AVC”, disse, afirmando-se surpreendido com o acesso prematuro às escalas.

Já quanto à possibilidade da urgência de Ginecologia/Obstetrícia encerrar em agosto à noite, Margarida França disse também aos jornalistas não o confirmar. “Não confirmo. Estamos a trabalhar na escala e temos alguns problemas, mas também já temos algumas das noites cobertas”, respondeu, admitindo que possa haver, em agosto, “algumas noites encerradas, mas não será com certeza o mês todo”.

A presidente da administração frisou que as escalas continuam a ser trabalhadas. Segundo Margarida França, “saiu legislação nova, pelo que pode haver médicos” do centro hospitalar “que queiram participar nessas noites”, bem como “pode também haver prestadores que estejam disponíveis”. “Sabemos que todos os hospitais estão com dificuldade no número de ginecologistas e obstetras e esse é um problema que nós não ignoramos, nem descuramos”, concluiu.

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