Filme “Raposa” de Leonor Noivo e “Antecâmara” de Jorge Cramez no festival FIDMarseille

O 30.º Festival Internacional de Cinema de Marselha, em França, onde irá estrear-se, em competição, o novo filme de Leonor Noivo, “Raposa”, e onde será exibido “Antecâmara”, de Jorge Cramez (na foto), começa na terça-feira.

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Filme “Raposa” de Leonor Noivo e “Antecâmara” de Jorge Cramez no festival FIDMarseille

O 30.º Festival Internacional de Cinema de Marselha, em França, onde irá estrear-se, em competição, o novo filme de Leonor Noivo, “Raposa”, e onde será exibido “Antecâmara”, de Jorge Cramez (na foto), começa na terça-feira.

“Raposa”, uma média-metragem documental que aborda um dos aspetos das doenças psiquiátricas comportamentais, tem estreia mundial na competição internacional do Festival Internacional de Cinema de Marselha (FIDMarseille).

Da programação do festival, disponível no ‘site’ oficial da iniciativa, consta ainda “Antecâmara”, de Jorge Cramez, filme sobre o ato de filmar, estreado em outubro do ano passado no DocLisboa, integrado na competição internacional do certame. Em Marselha, “Antecâmara” é exibido no âmbito do programa Historie(s) de Portrait (História(s) de Retrato, em português).

Leonor Noivo, que estudou Arquitetura e Fotografia, antes de ingressar na Escola Superior de Teatro e Cinema, é uma das criadoras da Terratreme Filmes. A produtora foi criada em 2008 por João Matos, Luísa Homem, Pedro Pinho, Susana Nobre e Tiago Hespanha, além de Leonor Noivo.

Desde essa altura, a par da realização, tem desenvolvido trabalho como produtora na coordenação e acompanhamento de projetos de ficção e de documentário.

O seu primeiro filme documental, “Macau Aparte”, data de 2001. Em 2005 estreou-se na ficção com “Salitre”.

“Tudo o que imagino”, o seu filme mais recente, de 2017, acompanha um grupo de amigos no bairro de Alcoitão (Cascais), no fim da adolescência.

Jorge Cramez é licenciado em Comunicação Social, estudou cinema, trabalhou na Cinemateca e escreveu para a imprensa portuguesa. Foi anotador e assistente de realização, trabalhando com nomes como João César Monteiro, João Mário Grilo, José Álvaro Morais, Werner Schroeter, Joaquim Leitão e Luís Filipe Rocha.

Jorge Cramez realizou, entre outros, “Capacete Dourado”, “Amor amor” e as curtas “Na escola” e “Erros meus”.

O 30.º Festival Internacional de Cinema de Marselha decorre até 15 de julho.

JRS (SS) // MAG

By Impala News / Lusa

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