Filho mais velho de Bolsonaro infetado com covid-19

Flávio Bolsonaro, senador (membro da câmara alta parlamentar) e filho mais velho do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, confirmou hoje estar infetado pelo novo coronavírus.

Filho mais velho de Bolsonaro infetado com covid-19

Filho mais velho de Bolsonaro infetado com covid-19

Flávio Bolsonaro, senador (membro da câmara alta parlamentar) e filho mais velho do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, confirmou hoje estar infetado pelo novo coronavírus.

Flávio Bolsonaro, senador (membro da câmara alta parlamentar) e filho mais velho do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, confirmou hoje estar infetado pelo novo coronavírus.

“Ainda na noite de segunda-feira (24) ele [Flávio Bolsonaro] começou a tomar cloroquina e azitromicina. Tem se sentido totalmente bem e está assintomático”, refere uma nota enviada à Lusa pelos assessores do parlamentar.

O mesmo comunicado acrescentou que o filho do chefe de Estado brasileiro cumpre isolamento social em sua casa, sem sintomas da doença.

Flávio Bolsonaro não é o único membro da família presidencial que acabou infetado pelo novo coronavírus.

No início de julho o Presidente brasileiro informou que era portador da covid-19 e passou cerca de 20 dias em isolamento, trabalhando de forma remota na sua residência oficial, tendo já recuperado da doença.

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e o filho mais novo do Presidente, Jair Renan Bolsonaro, também foram infetados e ambos estão recuperados.

O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, ao contabilizar o segundo número de infetados e de mortos (mais de 3,6 milhões de casos e 115.309 óbitos), depois dos Estados Unidos.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 813 mil mortos e infetou mais de 23,6 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

 

 

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