Festival Hádoc – Cinema Documental abre 9.ª edição a 28 de outubro em Leiria

A 9.ª edição do Festival Hádoc – Cinema Documental começa a 28 de outubro, em Leiria, com a exibição de cinco filmes para “dar um sentimento de normalidade” depois do adiamento, devido à pandemia covid-19, anunciou hoje a organização.

Festival Hádoc - Cinema Documental abre 9.ª edição a 28 de outubro em Leiria

Festival Hádoc – Cinema Documental abre 9.ª edição a 28 de outubro em Leiria

A 9.ª edição do Festival Hádoc – Cinema Documental começa a 28 de outubro, em Leiria, com a exibição de cinco filmes para “dar um sentimento de normalidade” depois do adiamento, devido à pandemia covid-19, anunciou hoje a organização.

Num ano “atípico”, depois de ter adiado as datas de abril, maio e junho para exibir cinema documental, o certame decorrerá agora em quatro datas de outubro e novembro, indica um comunicado divulgado pela organização.

“Num modelo diferente do habitual, o Hádoc 2020 irá apresentar apenas cinco filmes, de temáticas diversas, numa seleção bastante criteriosa do que de melhor o cinema documental tem para oferecer”, segundo Nuno Granja, um dos coordenadores e programadores desta iniciativa.

Com produção da ECO — Associação Cultural de Leiria, o certame foi criado em 2012 “com o objetivo de divulgar o cinema documental e criar um espaço de debate e reflexão, indo ao encontro do público cinéfilo menos identificado com as opções comerciais, através de uma abordagem independente, alternativa e de qualidade”.

“É um ano atípico, mas decidimos procurar soluções, recorrer às medidas de prevenção possíveis, e ainda assim avançar para a exibição em sala. Faz falta este sentimento de normalidade, e a sala de cinema continua a ser um lugar mágico”, acrescenta ainda o programador no comunicado.

Os filmes serão exibidos entre 28 de outubro e 15 de novembro, em vários horários: “Inna de Yard: A Alma da Jamaica” (2018, Jamaica), de Peter Webber, “Para Sama” (2019, Reino Unido/Síria), de Waad Al-kateab e Edward Watts, “Máxima” (2019, Estados Unidos/Peru), de Claudia Sparrow, “Não Sejas Parvo” (2017, Estados Unidos), de Ben Mullinkosson, e “Honeyland — Terra do Mel”(2019, Macedónia), de Tamara Kotesvka e Ljubomir.

A indústria do cinema em Portugal, e um pouco por todo o mundo, tem sido duramente afetada pela pandemia covid-19, com as quebras drásticas de espetadores e, segundo analistas internacionais, de 60 a 70 por cento de receitas de bilheteira.

By Impala News / Lusa

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