FC Porto condenado no caso dos e-mails

O FC Porto foi condenado a pagar uma indemnização de cerca de 2 milhões de euros por prejuízos causados pela divulgação de emails que envolvem altos dirigentes.

FC Porto condenado no caso dos e-mails

FC Porto condenado no caso dos e-mails

O FC Porto foi condenado a pagar uma indemnização de cerca de 2 milhões de euros por prejuízos causados pela divulgação de emails que envolvem altos dirigentes.

O FC Porto foi «parcialmente condenado» esta sexta-feira, 7 de junho, no caso da divulgação de emails do Benfica que envolvem altos dirigentes, avança o Jornal de Notícias.

O tribunal considerou procedente o pedido do Benfica, que exigia uma indemnização de 17 milhões de euros  por prejuízos causados pela divulgação, no Porto Canal, dos emails envolvendo altos dirigentes do Benfica, alegado esquema de corrupção desportiva.

FC Porto condenado a pagar 2 milhões de euros aos encarnados

Segundo o Correio da Manhã, o FC Porto foi condenado a pagar 2 milhões de euros aos encarnados – 523 mil euros de danos patrimoniais emergentes e 1,4 milhões de danos não emergentes. Neste processo foram também condenados Francisco J. Marques, diretor de comunicação dos dragões e a FC Porto SAD. O presidente do clube, Pinto da Costa, os administradores dos ‘dragões’ Fernando Gomes e Adelino Caldeira e o Porto Canal foram absolvidos.

Em causa está a divulgação de correio eletrónico por Francisco J. Marques no programa televisivo Universo Porto da Bancada, do Porto Canal, entre abril de 2017 e fevereiro de 2018.

No processo, a SAD ‘encarnada’ corresponsabilizava por «danos de imagem» causados pela divulgação dos emails a homóloga do FC Porto, o presidente da SAD e do clube, Pinto da Costa, os administradores Fernando Gomes e Adelino Caldeira e o diretor de comunicação, Francisco J. Marques, além da FCP Media, empresa detentora da estação televisiva Porto Canal.

Benfica alega que a divulgação dos emails lhe afetou a credibilidade

O Benfica alegava que a divulgação dos emails lhe afetou a credibilidade, prejudicando os seus interesses comerciais e chegando a provocar a queda de cotação das ações da Sociedade Anónima Desportiva.

Já o FC Porto defendeu ter-se limitado a divulgar informação de interesse público, alegando o correio eletrónico divulgado revelou práticas deturpadoras da verdade desportiva.

Às 11 horas desta sexta-feira, o Juiz Presidente da Comarca do Porto, José António Cunha Rodrigues, fará uma conferência de imprensa sobre a decisão.

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