Exposição da Culturgest na abertura de novo centro cultural em Beja

Uma exposição com obras de mais de 30 artistas, como Ana Hatherly, Helena Almeida, Cruzeiro Seixas, Dayana Lucas, Jorge Vieira ou Pedro Calapez, assinala, este sábado, a abertura do Centro de Arqueologia e Artes de Beja.

Exposição da Culturgest na abertura de novo centro cultural em Beja

Exposição da Culturgest na abertura de novo centro cultural em Beja

Uma exposição com obras de mais de 30 artistas, como Ana Hatherly, Helena Almeida, Cruzeiro Seixas, Dayana Lucas, Jorge Vieira ou Pedro Calapez, assinala, este sábado, a abertura do Centro de Arqueologia e Artes de Beja.

A mostra, intitulada “Cangiante – a partir da Coleção da Caixa Geral de Depósitos”, é promovida pela Culturgest, em parceria com a Câmara de Beja, e a inauguração está agendada para as 17:00 de sábado, revelou hoje o município.

Com curadoria de Antonia Gaeta, a iniciativa vai poder ser visitada pelo público até 06 de novembro e dá o “pontapé de saída” para a programação do novo Centro de Arqueologia e Artes da cidade alentejana, na Praça da República, resultante de um investimento de cerca de três milhões de euros.

“A exposição insere-se no contexto específico da cidade de Beja, assinalando a abertura de um novo espaço”, e envolveu “parcerias e colaborações com diferentes agentes e estruturas” locais, nomeadamente o Conservatório Regional do Baixo Alentejo, o Politécnico de Beja e agrupamentos escolares, indicou a autarquia.

A curadora, após uma visita ao Museu Jorge Vieira – Casa das Artes, “achou pertinente incluir sete esculturas” deste artista na mostra, “para não descuidar uma parte importante da cultura da cidade”, destacou a organização.

Obras da autoria de mais de 30 artistas estão representadas na “Cangiante”, palavra italiana que dá nome à iniciativa e que “vem do latim tardio ‘cambiare'”, o que significa “mudar, alterar, transformar-se”.

“E um tecido ou um pano, uma tela iridescente, um efeito ou sensação, uma variável mutante. Uma cor que muda de tonalidade consoante a incidência da luz, um dos quatro cânones de pintura do Renascimento”, notaram os promotores.

Com uma “curadoria aberta e permeável ao trabalho de artistas convidadas”, Antonia Gaeta desafiou Ana Manso e Dayana Lucas para participarem na “Cangiante”, tendo ambas produzido “várias obras inéditas para esta exposição”.

Outros dos artistas com obras que podem ser apreciadas pelo público são Alberto Carneiro, Álvaro Lapa, Ana Hatherly, Ana Jotta, Ângela Ferreira, Ângelo de Sousa, António Dacosta, Cruzeiro Seixas, Edgard de Souza, Eduardo Batarda, Eduardo Nery, Gaëtan, Helena Almeida, João Paulo Feliciano ou João Penalva.

Joaquim Bravo, Joaquim Rodrigo, Jorge Barradas, Jorge Queiroz, José Escada, José Loureiro, Lourdes Castro, Marepe, Pedro Calapez, Pedro Casqueiro, Rui Chafes, Susanne Themlitz, Xana e Zulmiro de Carvalho são os restantes.

O Conservatório de Música de Beja associou-se à “Cangiante” com a produção de uma peça sonora, com a qual se dá início à exposição.

RRL // TDI

By Impala News / Lusa

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