Exposição coletiva em Évora mostra obras de 15 artistas

Obras de 15 artistas vão poder ser apreciadas em Évora, a partir de 09 de abril, na exposição intitulada “Tisanas. Infusões para tempos próximos”, divulgou hoje a entidade promotora.

Exposição coletiva em Évora mostra obras de 15 artistas

Exposição coletiva em Évora mostra obras de 15 artistas

Obras de 15 artistas vão poder ser apreciadas em Évora, a partir de 09 de abril, na exposição intitulada “Tisanas. Infusões para tempos próximos”, divulgou hoje a entidade promotora.

A mostra vai estar patente ao público, até dezembro, no Centro de Arte e Cultura (CAC) da Fundação Eugénio de Almeida (FEA), com curadoria de Maria do Mar Fazenda.

Em comunicado, a FEA explicou hoje que a iniciativa reúne trabalhos de artistas como Ana Hatherly, Catarina Botelho, Dayana Lucas, Diogo Bolota, Eugénia Mussa, Flávia Vieira ou Francisco Pinheiro.

Gonçalo Barreiros, Inês Botelho, Isabel Simões, Luísa Jacinto, Nuno Henrique, Sara Bichão, Sara Chang Yan e Virgínia Mota são os outros autores das obras expostas, que incluem pintura, instalação, vídeo ou escultura.

A iniciativa reúne “um conjunto de obras de artistas que se perfilam enquanto reações ao nosso presente, com um desejo de futuro no horizonte”, explicou a FEA.

A proposta da curadora “procura responder ao repto de apresentar uma exposição com a panorâmica sobre as práticas artísticas que, através da pesquisa em torno do ‘hoje’, interrogam e projetam futuros”, acrescentou.

Esta exposição coletiva pode ser entendida como “um mapa emocional de um dado tempo e de um lugar” ou como “uma comunidade imaginária que cresce na sua abertura aos que a visitam e a integram nas suas próprias vivências”, disse a fundação.

“A leitura dos poemas em prosa, ou as anti-fábulas que Ana Hatherly intitulou de ‘Tisanas’, funcionou como uma caixa de ferramentas para a curadoria desta exposição”, explicou Maria do Mar Fazenda, citada pela FEA.

O conteúdo “destas breves narrativas contribuiu para a aproximação ao ato criativo, à imaginação e subversão da realidade levada a cabo por cada artista”, acrescentou.

“A sua forma fragmentária, mas ligada, organizou a seleção de obras, assim como a sua distribuição no espaço expositivo”, sendo que “a fluidez com que trabalham a possibilidade de um devir é o fio condutor que liga os 15 artistas com práticas muito diversas entre si”, indicou.

A entidade promotora da mostra assinalou ainda que “algumas das obras são inéditas” e foram mesmo “concebidas especificamente para a exposição e para o espaço do Centro de Arte e Cultura da FEA”.

RRL // TDI

By Impala News / Lusa

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