Estado arrecadou no ano passado 5,3 mil milhões em impostos com relevância ambiental

O Estado arrecadou no ano passado 5,3 mil milhões de euros em impostos cobrados aos bens e serviços que prejudicam o ambiente, mais 4,3 % do que em 2018, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Estado arrecadou no ano passado 5,3 mil milhões em impostos com relevância ambiental

Estado arrecadou no ano passado 5,3 mil milhões em impostos com relevância ambiental

O Estado arrecadou no ano passado 5,3 mil milhões de euros em impostos cobrados aos bens e serviços que prejudicam o ambiente, mais 4,3 % do que em 2018, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os impostos com relevância ambiental são essencialmente os cobrados sobre produtos petrolíferos e energéticos, o imposto sobre veículos e o imposto único de circulação e corresponderam em 2018 a 7,4% do total de impostos cobrados, menos duas décimas percentuais do que no ano anterior.

De acordo com os dados do INE, o imposto sobre os petrolíferos e energéticos perdeu peso entre os com relevância ambiental de 2017 para 2018, passando de 69,2% do total para 67,3%.

O imposto único de circulação representou no ano passado 12,3% dos com relevância ambiental e imposto sobre veículos 14,9%.

Em categorias, os impostos sobre a energia constituíram 72,1% da receita, os impostos sobre transportes 27,2% e os sobre a poluição e recursos representaram apenas 0,7%.

Outros impostos sobre a energia – incluindo as licenças de emissão de gases com efeito de estufa, que mais do que duplicaram entre 2017 e 2018 – representaram 4,8% do total da receita.

A maioria dos contribuintes a pagar estes impostos – em dados de 2017 – foram as famílias (49,9%), cabendo 47,8% aos ramos de atividade.

Em relação às taxas com relevância ambiental, os números disponíveis relativos a 2017 indicam que foram pagos 1,4 mil milhões de euros, um crescimento de 4,7% em relação a 2016.

APN // ZO

By Impala News / Lusa

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