Estação Teatral estreia peça inspirada na visita de Kubitschek ao Fundão

A ESTE-Estação Teatral vai estrear, quarta-feira, no Fundão, a segunda parte de uma trilogia dedicada à Avenida da Liberdade, depois de ter adiado, em 2020, a estreia desta peça inspirada na visita que Juscelino Kubitschek fez, em 1963.

Estação Teatral estreia peça inspirada na visita de Kubitschek ao Fundão

Estação Teatral estreia peça inspirada na visita de Kubitschek ao Fundão

A ESTE-Estação Teatral vai estrear, quarta-feira, no Fundão, a segunda parte de uma trilogia dedicada à Avenida da Liberdade, depois de ter adiado, em 2020, a estreia desta peça inspirada na visita que Juscelino Kubitschek fez, em 1963.

Em comunicado, esta companhia sediada no Fundão, distrito de Castelo Branco, explica que a peça marca o regresso da companhia ao contacto com o público, que esteve interrompido devido à pandemia, e que estará em cena entre 05 e 08 de maio, cumprindo todas as normas da Direção-Geral da Saúde.

Com o nome “A Avenida, de Salazar a Kubitschek”, a peça enquadra-se num trabalho que a companhia está a realizar dedicado à principal artéria fundanense e cuja primeira parte foi dedicada aos lojistas, concentrando-se agora na década de 60 do século XX.

“Se na primeira parte, em 2019, a ESTE homenageou os lojistas e os seus clientes, agora foca-se exclusivamente na vinda do ex-presidente do Brasil Juscelino Kubitschek, o ‘Presidente Bossa Nova’, à cidade, naquele que foi um desfile presidencial (ou de campanha eleitoral brasileira) que visou essencialmente provocar o Estado Novo e que trouxe, logo a seguir, consequências para alguns setores da sociedade, principalmente ao Jornal do Fundão”.

Este trabalho também propõe uma reflexão sobre o que significou, em 12 de janeiro de 1963, o Fundão “gritar a plenos pulmões, pela Avenida Salazar, através de uma multidão nunca ali vista, como se não houvesse amanhã, ‘Brasil! Brasil! Brasil! Brasil!'”.

“Num fundo de cores cinzentas irrompe insuspeitamente o verde, azul e amarelo”, é lembrado.

O espetáculo conta com dramaturgia e encenação e seleção musical de Nuno Pino Custódio em cocriação com Joana Poejo, Patrícia Raposo, Pedro Fino e Tiago Poiares.

A interpretação é de Joana Poejo e Tiago Poiares, a conceção plástica é de Patrícia Raposo e o desenho de luz de Pedro Fino.

CYC // TDI

By Impala News / Lusa

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