Encomendas à indústria alemã sobem 5,6% em fevereiro

A carteira de encomendas da indústria alemã aumentou 1,2% em fevereiro face a janeiro e 5,6% face ao mesmo mês de 2020, de acordo com os dados provisórios divulgados hoje pela agência federal de estatística alemã (Destatis).

Encomendas à indústria alemã sobem 5,6% em fevereiro

Encomendas à indústria alemã sobem 5,6% em fevereiro

A carteira de encomendas da indústria alemã aumentou 1,2% em fevereiro face a janeiro e 5,6% face ao mesmo mês de 2020, de acordo com os dados provisórios divulgados hoje pela agência federal de estatística alemã (Destatis).

A carteira de encomendas da indústria alemã aumentou 1,2% em fevereiro face a janeiro e 5,6% face ao mesmo mês de 2020, de acordo com os dados provisórios divulgados hoje pela agência federal de estatística alemã (Destatis).

Excluindo grandes encomendas, a procura aumentou 1,5% em relação ao mês anterior.

Ao mesmo tempo, a agência corrigiu em baixa o aumento da carteira de encomendas registado em janeiro, de 1,4% provisório para 0,8% face a dezembro do ano passado, e de 2,5% para 1,4% face a janeiro de 2020.

Em comparação com fevereiro de 2020, o mês anterior à introdução de restrições para conter a pandemia do novo coronavírus, a procura aumentou 5,6% em fevereiro – em dados corrigidos das variações sazonais e de calendário.

Por categoria, a procura de bens intermédios aumentou 0,5% e a de bens de investimento 2,1%, enquanto a de bens de consumo diminuiu 1,9%.

Por região, a procura interna aumentou 4,0% e a procura externa caiu 0,5%.

A procura da zona euro cresceu 2,7%, enquanto a dos países terceiros caiu 2,3%.

Na comparação bimestral, as encomendas no período janeiro-fevereiro registaram um ligeiro aumento de 0,5% em comparação com novembro-dezembro, enquanto sem ter em conta as grandes encomendas, o aumento foi ligeiramente superior a 1,7%, disse o ministério da Economia alemão.

A carteira de encomendas da indústria alemã continua, assim, a sua tendência ascendente e pelo quinto mês consecutivo está acima do nível de fevereiro de 2020, o último mês antes da introdução de medidas restritivas para conter a pandemia.

Este novo aumento foi impulsionado pela boa procura interna, que aumentou 4,0%, bem como a relacionada com os setores importantes do fabrico de automóveis e de maquinaria, que registaram um aumento de 3,4% e 2,2%, respetivamente.

 

 

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