Eduardo Cabrita quebra silêncio sobre acidente na A6

Mais de dois meses depois do atropelamento na A6, Eduardo Cabrita quebrou o silêncio para apontar o dedo.

Eduardo Cabrita quebra silêncio sobre acidente na A6

Eduardo Cabrita quebra silêncio sobre acidente na A6

Mais de dois meses depois do atropelamento na A6, Eduardo Cabrita quebrou o silêncio para apontar o dedo.

Mais de dois meses depois do atropelamento na A6 que envolveu a viatura oficial de Eduardo Cabrita, e do qual resultou a morte do trabalhador Nuno Santos, o ministro da Administração Interna quebrou o silêncio para apontar o dedo a “outros”, destacar os resultados do combate a incêndios florestais e os bons índices de segurança no País.

Em entrevista à SIC, António Costa voltou a defender Eduardo Cabrita, afirmando ser “das coisas mais revoltantes e desprezíveis” a forma como se “tem aproveitado para atacar politicamente um ministro”. Já Eduardo Cabrita, quando questionado sobre o inquérito e se já teria sido ouvido, respondeu que as “perguntas devem ser feitas a quem tem a responsabilidade pela investigação”. “Eu, ao contrário de outros, tenho um princípio: nunca pressionei uma investigação judicial”, atirou à entrada do congresso do PS, que teve lugar em Portimão.

Sobre uma eventualidade fragilidade, mostrou-se confiante no trabalho que tem sido realizado nos últimos anos. “Bastará olhar para aquilo que é o País, com quatro dos cinco melhores anos de combate a incêndios”. “Os portugueses devem orgulhar-se de terem um país que é uma referência de segurança”, concluiu.

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