Dezenas de pessoas concentram-se em Coimbra em defesa do Hospital dos Covões

Várias dezenas de pessoas, entre utentes e profissionais de saúde, concentraram-se hoje na Praça da República, em Coimbra, em defesa do Hospital Geral dos Covões.

Dezenas de pessoas concentram-se em Coimbra em defesa do Hospital dos Covões

Dezenas de pessoas concentram-se em Coimbra em defesa do Hospital dos Covões

Várias dezenas de pessoas, entre utentes e profissionais de saúde, concentraram-se hoje na Praça da República, em Coimbra, em defesa do Hospital Geral dos Covões.

Várias dezenas de pessoas, entre utentes e profissionais de saúde, concentraram-se hoje na Praça da República, em Coimbra, em defesa do Hospital Geral dos Covões.

“Esta é uma luta que tem vindo a ser feita ao longo dos anos. Agora o encerramento das urgências noturnas, da unidade de cuidados continuados e todo o desmantelamento de serviços que tem vindo a ser feito, levando a que o Hospital da Universidade fique sobrecarregado”, disse a dirigente do Movimento dos Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) Fátima Pinhão.

A concentração, promovida pelo Movimento dos Utentes dos Serviços Públicos (MUSP), contou com uma tribuna pública, onde falaram utentes e delegados sindicais, entre outras pessoas, expressando todos os intervenientes preocupação com o futuro do Hospital dos Covões, unidade que faz parte do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

O Hospital Geral dos Covões foi um dos que atendeu utentes e abriu alas para dar resposta à pandemia provocada pela covid-19, sendo “nessa altura um hospital imprescindível, agora tornou-se mais evidente” refere o movimento.

“Tem bons trabalhadores, boas instalações, um exemplo em termos de saúde. De um momento para o outro, quando se pensa que a pandemia acabou ou aliviou, já encerraram os cuidados intensivos, as urgências noturnas, o cancelamento e o desmantelamento de alguns serviços como é o caso neurocirurgia, neurologia, urologia, oftalmologia, entre outros”.

De acordo com a dirigente o movimento, esta situação vai fazer com que o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) fique “sobrecarregado” dando oportunidade a que os “hospitais privados façam da saúde um negócio”.

“Não podemos deixar de lutar até onde for possível para impedir esta situação”, salientou.

O MUSP tem prevista uma comissão para quarta-feira, dia 24 de junho, para a entrega de um documento Administração Regional de Saúde do Centro (ARS Centro), que vincula a preocupação pela situação de saúde no distrito de Coimbra, nomeadamente pela situação no Hospital Geral dos Covões.

 

 

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