DCIAP faz buscas em sete casas de Manuel Pinho em Lisboa

O DCIAP faz sete buscas domiciliárias em apartamentos localizados em Lisboa. Imóveis serão de Manuel Pinho e da mulher. MP procura novos documentos e tenta perceber a origem do capital que levou à aquisição de sete apartamentos.

DCIAP faz buscas em sete casas de Manuel Pinho em Lisboa

DCIAP faz buscas em sete casas de Manuel Pinho em Lisboa

O DCIAP faz sete buscas domiciliárias em apartamentos localizados em Lisboa. Imóveis serão de Manuel Pinho e da mulher. MP procura novos documentos e tenta perceber a origem do capital que levou à aquisição de sete apartamentos.

O Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) revelou esta quarta-feira, 25 de maio, que está levar a cabo sete buscas domiciliárias em apartamentos em Lisboa, no âmbito do processo EDP/CMEC, adiantou aquele departamento em comunicado. Avança a Sic Notícias que estas casas pertencem ao antigo ministro da Economia Manuel Pinho –  que está envolvido no caso EDP, no qual foi constituído arguido por suspeitas de corrupção e branqueamento de capitais –  e à mulher deste, Alexandra Pinho – também arguida no processo EDP/CMEC. As buscas têm como objetivo procurar documentação do antigo ministro e investigar a origem da aquisição dos imóveis.

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“No âmbito do designado Processo EDP/CMEC, dirigido pelo Ministério Público do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), realizaram-se sete buscas domiciliárias em apartamentos localizados em Lisboa”, diz a nota, publicada no site do DCIAP. “Estas diligências de recolha de prova, presididas pelo Ministério Público, foram operacionalizadas pela equipa multidisciplinar de investigação privativa do DCIAP, a SIATID (Secção de Investigação, Análise e Tratamento de Informação Digital), constituída por elementos de diversos Órgãos de Polícia Criminal”, esclarece.

O Observador avança que a origem destas buscas está relacionada com a viagem que Manuel Pinho realizou no início de fevereiro entre o Algarve e Braga — um momento em que o ex-ministro da Economia passou a prisão domiciliária de uma casa da família em Albufeira para uma quinta em Braga (anteriormente em obras) que lhe pertencerá. O antigo ministro, que estava a ser escoltado pela GNR na mudança de residência, pediu para parar em Lisboa e terá estado nos apartamentos em causa, que agora estão a ser alvo de buscas. Foi aí que o Ministério Público descobriu que Alexandra Pinho tinha este património na capital.

Manuel Pinho encontra-se em prisão domiciliária desde dezembro de 2021, apesar de a defesa pedir para que seja suspensa a obrigação de permanecer em casa. No dia 11 de maio, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o pedido de ‘habeas corpus’ da defesa do ex-ministro por “falta de fundamento” e definiu como medida de coação do ex-ministro de José Sócrates a obrigação de permanecer na habitaçã com vigilância eletrónica.

 

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